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RHTron Informatica Ltda, 1994. Todos os direitos reservados.






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Nenhuma parte desta publicacao pode ser reproduzida, transmitida,
transcrita, armazenada em sistema de recuperacao de dados, ou
traduzida para qualquer idioma, sob qualquer forma ou por meio, sem
a permissao por escrito da RHTron Informatica Ltda.







Licencas e Marcas Registradas
Os produtos que acompanham esta publicacao sao marcas registradas
da RHTron Informatica Ltda. As demais marcas mencionadas sao
propriedade dos seus respectivos donos.                        CONTRATO DE LICENCA DE USO

Este instrumento e um contrato entre V.S, usuario final do produto, e
a RHTron Informatica Ltda, denominada simplesmente Tron
Informatica. Atraves da simples abertura da embalagem lacrada que
contem os disquetes, V.S esta concordando em aceitar todos os
termos e condicoes ajustados entre V.S e a Tron Informatica.


ATENCAO!
O usuario que nao concordar com os termos deste contrato, nao
devera abrir a embalagem lacrada contendo os disquetes e devera
devolver, imediatamente o envelope ainda selado, contendo os
disquetes e os demais itens que compoem os produtos (inclusive
material impresso, embalagens, etc) onde tiverem sido adquiridos ou
trocados, a fim de receber o reembolso total dos valores pagos.

1. Restricoes de utilizacao: O licenciado pode transferir fisicamente
este programa de um computador a outro, atraves da desinstalacao e
instalacao, desde que o arquivo de configuracao nao seja alterado. O
licenciado nao pode distribuir copias a terceiros. Nao e permitida
nenhuma alteracao nos arquivos instalados. O licenciado nao pode
descompilar, "dissassemblar" ou, de qualquer outra forma, tentar
reverter a engenharia do programa.

2. Propriedade: A licenca de uso, nos termos previstos na Lei 7646/87,
nao se constitui em transferencia de titularidade. O produto fornecido
continua sendo de propriedade da Tron Informatica. A Lei 7646 de 18
de dezembro de 1987 preve pena de 6 meses a 2 anos de detencao
e indenizacao que pode chegar ao valor de 2.000 copias.

3. Reproducao: E expressamente proibida a reproducao de todo ou
parte do material fornecido, bem como do programa objeto do presente
contrato. Podera ser gerada uma copia de seguranca para eventuais
danos no original.

4. Transferencia: E vedado, em qualquer circunstncia, transferir,
ceder, alugar, doar, arrendar, vender o programa objeto desse contrato,
sem o consentimento por escrito da Tron Informatica.

5. Suporte: Todas as consultas realizadas via fax ou telefone nao terao
custos para o cliente. O contrato de manutencao e uma opcao para o
cliente. O treinamento sera dirigido para duas pessoas em local a ser
definido pela Tron Informatica e obedecendo as cargas horarias
estabelecidas anteriormente. Havendo a necessidade de novos
treinamentos o cliente devera solicitar ao departamento tecnico e o
mesmo fara a programacao dos novos horarios, sendo que para estes
treinamentos serao cobrados taxas correspondentes.

6. Atualizacao de versoes: Somente os licenciados, portanto,
devidamente registrados na Tron Informatica, terao direito a receber
novas versoes do programa, mediante pagamento de uma taxa de
atualizacao, equivalente a 20% do valor do sistema na ocasiao,
acrescida de despesas postais e embalagem. Nao estao inclusos na
licenca de uso, nem na garantia, qualquer servico de atualizacao dos
programas e/ou manual sob licenca de uso, por motivos de mudanca
da legislacao, normas, procedimentos internos ou externos da empresa,
mesmo sendo de cunho legal.

7. Garantia: Se algum dos arquivos do programa apresentar defeito nao
decorrente de ma utilizacao, serao substituidos sem nus, desde que
informado em um prazo maximo de 90 (noventa) dias da data de
compra. Apos esse prazo, a criterio da Tron Informatica, podera ser
cobrada uma taxa de reposicao. A Tron Informatica garante que o
programa funcionara em concordncia com o material de divulgacao e
demonstracao.

8. Responsabilidades: Nem a Tron Informatica, nem qualquer outra
pessoa que tenha participado na criacao, comercializacao, producao ou
entrega do produto sera responsavel por quaisquer danos diretos ou
indiretos, lucros cessantes, interrupcao de negocios, perda de
informacoes, decorrente do uso ou da impossibilidade de utilizar este
produto, ainda que a Tron Informatica tenha sido alertada.

9. Reconhecimento: V.S reconhece que ao ter lido este contrato e as
garantias limitadas, entendeu e concorda com todos os seus termos e
condicoes. Este contrato substitui qualquer acordo anteriormente
firmado entre as partes, com relacao ao produto.

10. Vigencia: Este contrato permanecera em vigor ate a data da sua
rescisao. Este contrato estara automaticamente rescindido,
independente de notificacao, por parte da Tron Informatica, no caso de
violacao por parte de V.S, de qualquer dos seus termos e condicoes.
Neste caso, a licenca de uso do produto fica automaticamente
suspensa, devendo V.S destruir todos os materiais escritos e todas as
copias do programa, incluindo as modificacoes, se houverem.

11. Foro: Fica eleito o foro da cidade de Goinia, Goias, para dirimir
duvidas a respeito do presente contrato.                        INSTRUCOES PARA INSTALACAO


Segue anexo disquete de instalacao do sistema adquirido junto a
TRON INFORMATICA. Nesse disquete esta contido todos os dados
necessarios para a instalacao e configuracao do ambiente do sistema
operacional para uma perfeita execucao.

Todo o disquete deve ser instalado digitando A:INSTALA <Enter>.
Caso seja necessario a reinstalacao, o uso desse comando podera ser
repetido, sem danos aos dados ja processados. Apos a instalacao do
sistema entre em contato com a TRON para solicitar o treinamento.

Alguns topicos devem ser ressaltados quanto a perfeita execucao e
total aproveitamento dos recursos disponiveis nos sistemas da TRON.

Config.sys:
files = 75
buffers = 24
Autoexec.bat:
set clipper=//f:75;//dynf:8;//swapk:65535

Todos os itens acima expostos ja estao presentes na configuracao
basica enviada (no arquivo .BAT de carga do sistema desejado). O
programa de instalacao podera adicionar no seu diretorio raiz um
arquivo nomeado FILES.COM. Esse arquivo e usado para determinar
um numero ideal de arquivos a serem abertos, substituindo o comando
files = 75 do Config.sys.

Alguns outros utilitarios do DOS podem ser adicionados no
Autoexec.bat para permitir melhor performance do sistema:

print /d:lpt1 - Impressao simultnea de arquivos, sem escravizar o
equipamento
smartdrv c: - Gerar um cache de disco e aumentar a performance de execucao
doskey - Permite reaproveitamento de comandos digitados no prompt

Desaconselhamos a  utilizacao de programas residentes na memoria
(Anti-Virus, Explosiv, Relogios, Screen Saver, Etc.) por escravizarem
uma fracao util da memoria e por poderem gerar conflitos na execucao
de nossos sistemas.

Os sistemas da TRON normalmente, requerem em torno de 450 KB 
de memoria disponivel para sua execucao, sendo que o ideal seja em
torno de  600 KB. Nossos sistemas sao desenvolvidos em Clipper 5.2 ,
o que permite que o sistema use memoria de massa (Disco Rigido) 
como alternativa de acumulo de dados na ausencia de memoria de
execucao (RAM), portanto e aconselhavel que seja mantida uma certa
quantidade ( 3 MB) de espaco livre no meio de armazenamento de
massa (Disco Rigido). Sem essa reserva, a execucao normal do sistema
estara comprometida.

O uso do gerenciador de memoria EMM386.EXE  do MS-DOS  foi
desaconselhado pelo suporte nacional do Clipper , podendo ser
substituido pelo QEMM386.SYS .

Para solicitar o suporte da TRON tenha em maos uma copia impressa
do Autoexec.bat e do Config.sys. Caso o sistema gere um relatorio de
suporte, use-o tambem, enviando-o via fax ou para nossa recepcao.
Para solicitacao de reparos, adaptacoes ou atualizacoes de versoes,
dirija-se ate a TRON ou Autorizada, munido de seu disquete original,
para que o mesmo possa ser atualizado. Caso seja possivel, pedimos
o envio dos dados ( arquivos .DBF ) do sistema a ser dado suporte,
para agilizacao dos processos de testes de atualizacoes.

Quando da utilizacao Rede Local no padrao Novell, mesmo existindo
uma correta configuracao do arquivo Config.sys o ambiente da rede
nao respeita o comando "file" deste arquivo. Assim sendo, torna-se
obrigatoria a criacao do arquivo configurador das estacoes, Shell.cfg
ou Net.cfg no diretorio Login, que varia de acordo com a versao da
rede. Dentro deste arquivo deve existir no minimo:

File Handles=<NNN>
Recomendacao da TRON:
File Handles=075 

Este comando voce deve informar o numero maximo de arquivos que
serao abertos perante o sistema operacional em rede. Caso nao seja
especificado podera ocorrer, durante o uso dos nossos sistemas, o DOS
ERROR 4.

ATENCAO! Guarde o disquete original em local seguro. Ele e a sua
garantia para qualquer regravacao ou atualizacao. Nao retire o lacre de
protecao do disquete, agindo dessa forma voce evitara que o seu disco
original seja contaminado por qualquer tipo de virus.                                 Conteudo


Iniciando

Capitulo 1: Suporte ao Usuario
      Como acessa-lo

Capitulo 2: Sistema Operacional
      Introducao
      Manipulando o DOS
            Especificacao de Arquivos Curingas
            Vendo Conteudo (Diretorio)
            Copiando Arquivos
            Renomeando Arquivos
            Apagando Arquivos
            Formatando Arquivos
            Verificando Erros em um Disco
            Fazendo Copias
            Restaurando Copias
            Editando textos

Capitulo 3: Configurando o Ambiente Operacional
      Introducao / Instalacao do sistema
      Arquivo de configuracao inicial (.INI)
      Config.sys
      Autoexec.bat
      Rodando em rede
      Programas residentes
      Drive virtual (Ramdrive)
      Cores
      Impressoras

Capitulo 4: Teclas de Operacao e Navegacao da Interface
      Introducao
      Contextos
            Menus de Selecao
            Entrada de Dados
            Textos
            Zoom
            Help (ajuda) on-line
            Browse (painel de trabalho)
            Caixa de Selecao
            Pesquisa Rapida
      Teclas Quentes (Hot Keys)

Capitulo 5: Tudo Sobre Impressao
      Introducao
      Selecao do modelo de impressora
      Redirecionamento de impressao
      Impressao em 2 plano
      Visualizando arquivo antes da impressao
      Controle inteligente de retomada de impressao
      Erros de impressao

Capitulo 6: Dando Manutencao nos Banco de Dados
      Introducao
      Organizacao geral de arquivos

Capitulo 7: Resolvendo Problemas Voce Mesmo
      Introducao
      Virus
      Copia de seguranca
      Arquivos danificados
      Reinstalacao
      Problemas na configuracao do DOS
      Problemas com rede
      Problemas com memoria
      Como ler o relatorio de suporte
      Perguntas e Respostas
      O que fazer quando o micro ou algum
      periferico nao funciona
      Saiba o que fazer quando seu micro
      comeca a lhe parecer muito lento

Apendices
      Erros do DOS
      Erros da rede
      Hot Keys / Teclas de Navegacao
      Tabela de cores
      Tipos de arquivos
      Variaveis de configuracao (.INI)
Iniciando
                        
Todos os sistemas produzidos pela TRON Informatica possuem a mesma interface,
por isso os manuais foram divididos em dois, sendo este o primeiro (Manual de
Operacao), destinado a esclarecer pontos relativos a todos os sistemas e seus modos
de operacao, e o segundo (Manual do Sistema), um manual especifico destinado a
esclarecer pontos relativos ao sistema em particular.

No Manual de Operacao voce encontrara explicacoes de como trabalhar com o
teclado, como configurar sua impressora e seu ambiente operacional, dentre outras
coisas. Esse manual deve ser lido em sua integridade antes de comecar o uso do
sistema, sob pena de execucao de um processo que venha a danificar os dados e/ou
configuracoes ja existentes. Vale lembrar que aqui estao expostos todas as opcoes
que tornarao os sistemas mais amigaveis e com indice total de aproveitamento dos
recursos disponiveis.

Esse manual se divide em 7 capitulos, divididos em assuntos correlacionados entre si,
na seguinte ordem:

     1 - Suporte ao Usuario - Procedimentos para tornar seu acesso ao suporte da
TRON rapido e proveitoso.
     
     2 - Sistema Operacional - Topicos relativos ao sistema operacional que poderao
se tornar necessarios durante a utilizacao do sistema.
     
     3 -  Configurando o Ambiente Operacional - Dicas de como deixar a configuracao
do Ambiente Operacional o melhor possivel para dar o maximo de performance e
confiabilidade ao sistema usado. Aqui tambem estao os elementos relacionados ao
uso do sistema em uma rede local.
     
     4 - Teclas de Operacao e Navegacao da Interface - Capitulo que expoe as teclas
disponiveis para navegacao e utilizacao de toda gama de recursos que o sistema
dispoe.
     
     5 -  Tudo sobre Impressao - Capitulo destinado aos assuntos relacionados com
impressao, tais como configurar a impressora e a porta certa, impressao simultnea,
reaproveitamento de relatorios, redirecionamentos e visualizacao de relatorios antes
da impressao definitiva.
     
     6 - Dando Manutencao nos Bancos de Dados - Capitulo destinado aos assuntos
que se relacionam com a boa convivencia dos dados no seu equipamento.
     
     7 - Resolvendo problemas voce mesmo - Capitulo destinado a dar dicas de como
resolver problemas de abrangencia geral sem que haja necessidade de entrar em
contato com o suporte da TRON.
     
No manual do sistema voce encontrara, em forma de licoes, todas as informacoes
referentes as caracteristicas especificas do sistema, sendo que os assuntos de cada
uma dessas licoes serao os mesmos a serem comentados no plano de treinamento
da TRON, atraves de cursos e palestras realizadas nas sedes da TRON Informatica.
          SUPORTE AO USUARIO
    
     
Como Acessa-lo1.1. Como Acessa-lo

Esse capitulo mostra a maneira correta de solicitar o suporte da TRON. Nele estao
detalhados os passos que voce deve seguir antes de entrar em contato. Para solicitar
suporte ligue para a matriz ou a filial onde foi adquirido o sistema e tenha em maos
os seguintes itens:

     1 - Nome completo do usuario, como foi anteriormente cadastrado junto a TRON.
     2 - Dados atualizados do seu endereco e telefone para atualizacao junto ao
cadastro da TRON.
     3 - Identificacao do Sistema utilizado, bem como sua versao.
     4 - Manual do Sistema.
     
     Caso tenha acontecido alguma falha interna, o sistema automaticamente emitira
um Relatorio  de Suporte a Falha Interna. Nesse relatorio estao contidas todas as
informacoes necessarias para a solucao do problema, por isso torna-se de vital
importncia que esse relatorio possa ser enviado para o Departamento de  Suporte.
Aconselhamos que, para agilizar o processo de suporte, tal relatorio seja passado via
FAX, pelo mesmo numero acima indicado.

No Relatorio de  Suporte a Falha Interna tambem ja estao embutidos as listagens do
Autoexec.bat, Config.sys, Variaveis Ambientais ( SET's do DOS ) e Arquivo de
Inicializacao do Sistema ( *.INI ).

Antes de ligar para o suporte para esclarecer duvidas, proceda da seguinte maneira:

     1 - Leia o Manual do Sistema para saber se o processo em questao esta sendo
executado conforme exposto no manual.
     
     2 - Leia o Manual de Operacao para saber se todos os recursos disponiveis no
sistema ja foram usados para resolver a duvida em questao.     
     
     Antes de ligar para o suporte para solicitar correcao de falha interna, proceda
assim: 

     1 - Leia o manual de operacao, especialmente o Capitulo 7.
     
     2 - Execute as opcoes de manutencao de dados constantes no Capitulo 6,
especialmente que se refere a recuperacao de indices (6.2), pois danos nos arquivos
de indices e a causa principal de falhas internas.
     
     3 - Verifique a configuracao do ambiente operacional, como exposto no Capitulo
3.
     
     4 - Reinstale o sistema a partir de seu(s) disquete(s) original(is).
     
     5 - Execute um utilitario que permita que seja analisado o meio fisico de gravacao
(Winchester), tais como CHKDSK do DOS, SCAN DISK do DOS 6.2, NDD do Norton
Utilities ou DISK FIX do PCTools.
     
     Utilitarios como esses podem danificar de modo irreversivel os dados gravados
em seu winchester, portanto utilize-os com a maior atencao ou nao os utilize caso
nao domine o assunto. A TRON nao se responsabilizara em nenhum momento por
atitudes tomadas pelo cliente, com relacao aos utilitarios acima citados.
     
     6 - Execute um utilitario que possa detectar a presenca de virus no equipamento
usado para executar o sistema ou na rede, se for o caso.
     
     7 - Emita sempre o Relatorio de Suporte a Falha Interna. Atraves dele e que a
maioria absoluta dos problemas que estao relacionados diretamente com o sistema
sao solucionados.
     
     8 - Sempre tente executar a operacao novamente, de preferencia, sem que
programas residentes estejam presentes na memoria, tais como anti-virus,
calculadoras, salvadores de telas, agendas, programas de comunicacao, caches e
gerenciadores de memoria.
     
Apos o contato com o suporte da TRON, nossa equipe se prontificara a atende-lo o
mais rapido possivel, informando-lhe os procedimentos a serem tomados, que podem
ser:

     - Correcao via telefone / fax;
     - Atualizacao do sistema em questao, utilizando para tanto
     seus discos originais;
     - Visita ao cliente, em casos extremos, com a cobranca da taxa de atendimento
externo, apos 3 meses da data entrega do sistema, para os clientes que nao
possuirem contrato de manutencao com a TRON.SISTEMA OPERACIONAL

               
Introducao
Manipulando o DOS
Especificacao de Arquivos Curingas
Vendo Conteudo (Diretorio)
Copiando Arquivos
Renomeando Arquivos
Apagando Arquivos
Formatando Arquivos
Verificando Erros em um Disco
Fazendo Copias
Restaurando Copias
Editando textos2.1. Introducao 

Uma das partes mais importantes do sistema do computador, porem constantemente
mal-entendida, e o DOS. DOS, sistema operacional de disco, e normalmente
chamado MS-DOS, onde MS significa Microsoft Corporation, a empresa que criou o
sistema operacional.

O DOS e importante porque e o elo que combina o hardware do computador, as
aplicacoes de software, como processamento de textos, planilhas, banco de dados ou
graficos.

Tecnicamente, o DOS, e um programa de software, embora poucos o colocariam na
mesma classificacao do WordPerfect, Lotus 1-2-3 ou dBase IV. O motivo e que,
diferente de um programa de aplicacao ou utilitario, que podem ser incluidos ou
removidos do computador a qualquer hora, o DOS sempre deve estar presente para
que o computador funcione.

Sistema Operacional de Disco - Conhecido com DOS (Disk Operating System), esse
programa e usado para controlar as operacoes basicas do sistema de computador:
carregador de partida, gerenciamento de entrada/saida, gerenciamento de memoria,
armazenamento, gerenciamento de rede, shell do usuario e utilitarios. Muitas das
operacoes realizadas pelo DOS ocorrem em segundo plano, quando as aplicacoes
como processamento de texto ou planilhas integrem com o DOS, a fim de realizar
tarefas basicas como armazenamento e recuperacao de arquivos e impressao. Os
usuarios entram em contato direto com o DOS quando emitem comandos no
programa de shell do DOS, COMMAND.COM, para realizarem tarefas como listar
diretorios ou copiar arquivos. O DOS  tambem oferece um conjunto de
programas utilitarios que realizam diversas tarefas, como formatar discos.

Booting - O DOS, assim como todos os programas, e apagado da memoria RAM
quando o computador e desligado. Quando o sistema e novamente ligado, um
procedimento especial, chamado partida, ou comumente. booting, e iniciado. Esse
processo usa a ROM, a RAM e os arquivos do disco para trazer o computador ao
ponto em que o DOS esteja no controle das suas operacoes. Quando o computador e
inicializado, o usuario pode controlar o sistema emitindo comandos por meio do shell
do DOS ao sistema operacional, a fim de rodar aplicacoes ou programas utilitarios.

Config.Sys - Uma parte do processo de booting procurara no diretorio principal do
disco de boot o arquivo opcional CONFIG.SYS. Se for encontrado, as instrucoes
contidas nele serao usadas para configurar os dados do DOS e carregar qualquer
software de driver de dispositivo adicional necessario para operar dispositivos
nao-padronizados, como um mouse.

Autoexec.Bat - Esse arquivo opcional e o ultimo passo no processo de booting, usado
para executar automaticamente uma lista de um ou mais comandos do DOS toda vez
que o sistema e inicializado. O sistema procura esse arquivo no diretorio principal e,
se encontrar, executa os comando do DOS nele contidos.

Diretorios - Um diretorio e uma unidade logica de armazenamento usada para guardar
grupos de arquivos relacionados em um disco. Diferente das particoes, os diretorios
nao possuem tamanho fixo ou limites. Os diretorios podem conter outros diretorios,
permitindo que voce crie subsecoes dentro de um determinado diretorio. Os diretorios
permitem que voce limite o numero de arquivos com que voce estara trabalhando em
um determinado momento. Como os discos rigidos podem conter milhares de
arquivos, os diretorios permitem que voce facilite as operacoes de arquivo usando
grupos mais facilmente controlaveis.

Arquivos - Um arquivo e uma unidade basica de armazenamento no DOS. Todos os
dados sao armazenados em um disco e guardados em um arquivo do disco. Cada
arquivo deve ter um nome unico dentro do diretorio onde esta armazenado.

2.2. Manipulando o DOS

2.2.1. Especificacao de arquivos e curingas

Existem ocasioes em que e vantajoso referenciar os arquivos de forma mais geral.
Quando voce emite um comando, pode querer indicar mais de um arquivo de cada
vez, de modo que o comando possa atuar sobre mais de um arquivo.

Por exemplo, suponha que haja 50 arquivos em um disco, todos precisando ser
excluidos. Voce poderia entrar com 50 comandos, um para apagar cada arquivo. No
entanto, a forma mais conveniente seria usar um curinga. A finalidade dos curingas
do DOS e referenciar um grupo de arquivos com um unico comando. O DOS
reconhece dois caracteres especiais como curinga: ? e *.

O * e ainda mais geral do que ?. Um * e usado de arquivo para indicar que quaisquer
caracteres comecando nessa posicao e continuando ate o final do nome ou da
extensao serao aceitos. Por exemplo, entrar com *.PAG indicara todos os arquivos
com a extensao PAG.

2.2.2. Vendo o conteudo (diretorio)

Para visualizar os programas do seu disco rigido, (ou de qualquer disquete que
estiver em um dos acionadores de disco) digite o comando DIR. 

Podemos utilizar caracteres-chave especiais (tambem conhecidos como "curingas")
para comandar exibicoes restritas. Por exemplo, para exibir somente arquivos com
extensao .EXE, acione o comando DIR *.EXE < enter >

2.2.3. Copiando arquivos

Uma pratica comum e copiar um arquivo de um disquete para outro. Fazemos isso
com o comando COPY. A instrucao COPY MAIN.DOC B: < enter > copiara o arquivo
MAIN.DOC do drive C para o disquete do drive B.

COPY A:MAIN.DOC B:

Copia o arquivo MAIN do acionador A para o acionador B.

2.2.4. Renomeando arquivos

Um outro comando importante e REN que nos permite renomear um arquivo. Por
exemplo, nosso diretorio do MS-DOS contem um programa denominado MAIN.DOC.
Vamos renomea-lo para PRINCIP.DOC. Digite 

REN MAIN.DOC PRINCIP.DOC < enter >

e seu programa main.doc ja tera mudado de nome.

2.2.5. Apagando arquivos

No exemplo sobre copia de arquivos, aprendemos a copiar arquivos e copiamos,
como exercicio, o arquivo MAIN.DOC. Na realidade nao precisaremos desse arquivo
em nossas interacoes com o disquete de trabalho, portanto, vamos apaga-lo! Digite

DEL B:MAIN.DOC < enter >

2.2.6. Formatando disquetes

Muitos usuarios do ambiente DOS ainda se veem em dificuldades na hora de
formatar disquetes. Para ajudar essas pessoas, aqui esta uma tabela-resumo com
todas as possibilidades de formatacao envolvendo as quatro capacidades e dois
tamanhos de disquetes mais comuns disponiveis no mercado. Vale fazer algumas
observacoes: 

1. Quando a capacidade do drive e menor que a do disquete - como ocorre nas duas
linhas marcadas por um asterisco, prevalece a primeira.
2. Em todos os exemplos da tabela, utilizou-se o drive A. Se for o caso, substitua a
letra por B.
3. As capacidades de 360 Kb e 1,2 Mb referem-se a disquetes de 5,25 polegadas;
720 Kb e 1,44 sao espacos de disquetes de 3,5 polegadas.


COMANDOS PARA FORMATAR DISQUETES

Capacidade do drive Capacidade do disquete   Linha a ser digitada

360 Kb                   360 Kb         Format a:
360 Kb                   1,2 Mb         Format a: (*)
1,2 Mb                   360 Kb         Format a: /f:360
1,2 Mb                   1,2 Mb         Format a:
720 Kb                   720 Kb         Format a:
720 Kb                   1,44 Mb        Format a:*
1,44 Mb                  720 Kb         Format a: /f:720
1,44 Mb                  1,44 Mb        Format a:


Se desejar mais agilidade e menos seguranca no processo de formatacao, adicione
os seguintes parmetros no final da linha de comando basico, exposto acima:

/u/autotest

2.2.7. Verificando erros em um disco

Usando CHKDSK (externo)

Usando o comando CHKDSK /f podemos corrigir varios erros na tabela de alocacao
de arquivos (FAT), utilizada pelo DOS.

O principal problema que pode acontecer, relacionado a utilizacao de alguns
utilitarios, a exemplo dos sistemas da TRON, e a locacao de espaco para um arquivo,
que nao pode ser devidamente fechado. Isso faz com que aquela area alocada nao
seja mais utilizada para guardar informacoes, pois esta aguardando o fechamento de
um arquivo que nao mais existe. Isso pode acontecer com os arquivos criados pelo
Clipper para gerenciamento de memoria.

E como container de redirecionamento de impressao. Esses arquivos sao
dispensaveis, e possuem a extensao .PRN ou sem extensao (e com nome aleatorio).

Quando faltar espaco em seu disco, essa deve ser a 1 medida a ser tomada.

O MS-DOS 6.2 substituiu, com vantagens, esse comando pelo utilitario scandisk, que
e mais amigavel e completo. Se voce possui-lo, de preferencia pelo seu uso.

2.2.8. Fazendo copias

Usando Backup (externo)

O comando BACKUP serve para copiar arquivos do disco rigido para um disquete (ou
mesmo de disquete para disquete).

Copiando um diretorio / subdiretorio:
Para copiar um diretorio de um acionador para outro use o comando

BACKUP C:\NOMEDIR\NOMEARQ.EXT A:/S < enter >

onde NOMEDIR representa o nome do diretorio e NOMEARQ.EXT o nome do arquivo
com sua extensao. A opcao /S orienta o comando para copiar tambem os
subdiretorios do diretorio escolhido.

Apos a copia, seu diretorio do disquete no acionador A: recebera dois arquivos,
BACKUP.001 e CONTROL.001. Se por acaso as copias excederem o limite do
disquete, o segundo disquete ficara conhecido como disquete 02 e assim por diante.

Completando a copia do disco:
Se voce executar BACKUP novamente para copiar mais arquivos, todos os arquivos
existentes no disquete serao apagados e substituidos pelos novos arquivos. Para
evitar isso e fazer com que novas copias de BACKUP sejam acrescentadas as copias
anteriores do disquete, use a opcao /A.

2.2.9. Restaurando copias

Usando Restore (externo)

O comando RESTORE e usado para restaurar os arquivos, parcial ou totalmente, do
disquete que contem as copias de seguranca feitas com BACKUP, para outro
disquete ou de volta para o disco rigido. Por exemplo, a instrucao

RESTORE A:C:\NOMEDIR\NOMEARQ.EXT < enter >

restauraria o arquivo hipotetico NOMEARQ.EXT do acionador A para o diretorio
NOMEDIR do disco rigido.

Os comandos de copia e restauracao Backup e Restore, foram substituidos pelo
utilitario MSBackup, a partir do MS-DOS 6.0, o qual e mais completo, amigavel, agil e
com compressao de dados, para diminuir a quantidade de disquetes necessarios.

2.2.10. Editando textos

A edicao de arquivos textos a partir de um sistema TRON e possivel atraves do uso
da combinacao de teclas Alt+A. 

Apos sua solicitacao, o sistema solicitara o nome do arquivo a ser editado. Caso esse
arquivo informado ainda nao exista, o sistema lhe solicitara uma confirmacao para
criar esse novo arquivo.

Quando voce acabar de escrever esse arquivo, basta dar um Ctrl-W para salva-lo.

Nao edite arquivo que nao possua formato de texto, como por exemplo, os arquivos
.COM, .EXE, entre varios outros.
CONFIGURANDO O AMBIENTE OPERACIONAL

Introducao / Instalacao do sistema
Arquivo de configuracao inicial (.INI)
Config.sys
Autoexec.bat
Rodando em rede
Programas residentes
Drive virtual (Ramdrive)
Cores
Impressoras3.1. Introducao / Instalacao

Ao receber o disquete de instalacao do sistema, voce com certeza vai querer
instala-lo imediatamente. Mas antes, leia inicialmente esse capitulo.

Nesse capitulo estao contidos todos os topicos para uma boa utilizacao dos sistemas
da TRON.

Em todos os discos de instalacao, esta contido um arquivo INSTALA.BAT. Para
instala-lo basta digitar A:INSTALA ou B:INSTALA, dependendo do disquete que foi
enviado.

Se desejar instalar em um drive que nao seja o C:, digite por exemplo A:INSTALA F:

Ao instalar-se, o sistema ja configura o sistema para uma configuracao basica.

Para uma melhor configuracao, ou seja, aquela que melhor se adapta ao seu
equipamento, leia o restante desse capitulo. 

3.2. Arquivo de configuracao Inicial

Todo sistema da TRON possui no diretorio principal do sistema um arquivo de
configuracao (semelhante ao do Windows)

Esse arquivo pode ser identificado pela sigla do sistema, mais a terminacao .INI.

Exemplo: Contabilidade Geral => CG.INI
       Escrita Fiscal      => EF.INI

Nesse arquivo estao contidas informacoes basicas para a execucao do sistema, as
quais sao lidas no momento da chamada inicial do sistema. 

Para que esse arquivo seja editado, basta acessa-lo atraves da tecla Alt-S, de dentro
do sistema em questao.

Ao chamar a tecla Alt-S, voce podera alterar o conteudo, levando em consideracao o
uso das teclas descritas no item 4.3.

As variaveis ambientais tambem podem ser definidas via comando set do DOS,
sendo que a precedencia e a seguinte:

1 via comando set do DOS
2 via arquivo de configuracao .INI
3 via default interno do sistema

Voce deve conhecer bem o uso de cada uma das variaveis que estao disponiveis no
arquivo de configuracao. Para conhecer as variaveis disponiveis, consulte o apendice
6, do manual de operacao.

3.3. Config.sys

Vamos agora comentar cada variavel disponivel no Config.sys, necessarias para uma
boa configuracao.

FILES - Deve ser colocada com um valor razoavel, que normalmente e, no minimo
75.
Ex.: Files = 75
Obs.: Se nao foi definido um numero ideal, nao se preocupe. O arquivo FILES.COM
distribuido junto com o disquete de instalacao e executado no momento da carga do
sistema (via .BAT) se encarrega de colocar.

BUFFER - Deve ser colocado um multiplo de 4. Recomendavel: 20 ou 24.
Ex.: Buffers = 24

SHELL = Deve ser colocada quando houver necessidade de aumento do espaco
disponivel.
Ex.: Shell = c:\dos\command.com c:\dos /p /e:2048

Abaixo estao expostos 3 modelos de config.sys. Note que sao apenas exemplos,
podendo variar de acordo com exigencia de outros softwares instalados em seu
equipamento:

Exemplo 1 (PC/XT)
Files = 75
Buffers = 20

Exemplo 2 (PC/AT)
Files = 75
Buffers = 24
DOS = High
Device = c:\dos\himem.sys

Exemplo 3 (PC/AT) 386, 486 e Pentium
Files = 75
Buffers = 24
Dos = High
Device = c:\dos\himem.sys
Device = c:\dos|emm386.exe /ram
Shell = c:\dos\command.com c:\dos /p /e:2048

3.4. Autoexec.bat

No autoexec.bat, apenas 2 mudancas sao necessarias para ajustar o equipamento
aos sistemas da TRON.

A primeira mudanca e a adicao da variavel ambiental "Clipper" para melhor
performance dos sistemas escritos em Clipper, como e o caso dos sistemas da
TRON:
Set Clipper= //f:75 ; //swapk:65535 ; //dynf:8

A segunda mudanca se refere a capacidade de impressao simultnea, dada aos
sistemas da TRON, atraves da adicao da seguinte linha no autoexec.bat:
print /d:lpt1

Outros comandos podem ser adicionados, para dar mais reforco na configuracao
basica. Sao eles:
lh doskey   (reaproveitador de comandos)
lh smartdrv c:    (cache de disco)
lh vsafe          (anti-virus)

* use lh somente se o DOS estiver em memoria alta.

3.5. Rodando em Rede

Para executar os sistemas da TRON em uma rede local alguns detalhes devem ser
levados em consideracao.

O primeiro deles e que todos os sistemas da TRON sao desenvolvidos diretamente
para aplicacao em ambiente multi-usuario, mas ao serem distribuidos, ja vao
configurados para aplicacoes monousuarias. Isso se deve ao fato de que a maioria
dos usuarios nao rodam os sistemas em ambiente monousuario, e estando assim
configurados, os sistemas rodarao com melhor performance.

Para que voce tenha uma aplicacao multi-usuaria, adicione a seguinte linha no
arquivo .INI do sistema.

Net = on

O segundo detalhe refere-se ao numero maximo de arquivos que podem ser abertos
ao mesmo tempo. Mesmo que a variavel "files" do config.sys esteja ajustada
corretamente, ainda nao e suficiente em ambiente multi-usuario, no caso especifico
do "Netware" da "Novell". 

Ainda e necessario que exista a linha "file handles=150" no arquivo net.cfg (boot
local) ou no arquivo shell.cfg (boot remoto). Se o arquivo correspondente nao existir
no diretorio de booting da rede, basta cria-lo usando um editor de textos, como o Edit
do DOS.

Outro detalhe importante para uso em rede e o tempo configurado para a liberacao
da fila de impressao. Se nao existir um tempo minimo, pode haver misturas entre
relatorios emitidos por terminais distintos.

3.6. Programas Residentes

A existencia de programas residentes instalados atraves do config.sys e do
autoexec.bat e a principal causa de problemas com aplicacoes escritas em Clipper.

Alem de causarem conflitos de memoria os programas residentes tomam tempo de
execucao e memoria, comprometendo a estabilidade de aplicacoes exigentes, como
as em Clipper.

Evite instalar programas residentes. Se nao for possivel deixar de usa-los, tente
coloca-los na memoria alta do DOS, usando os comandos "devicehigh", no config.sys
e "lh" no autoexec.bat, ou na linha de comandos (prompt). De prioridades por
programas que possam usar a expansao / extensao de memoria de seu equipamento.

Nao carregue programas residentes de dentro de uma aplicacao da TRON (Alt-F3)

3.7. Drive Virtual (Ramdrive)

Um outro recurso disponivel para melhorar a performance das aplicacoes da TRON e
a utilizacao de um drive virtual. 

Para criar um drive virtual e necessario que voce tenha memoria expandida /
extendida suficiente. Equipamentos com 4 Mb de RAM disponiveis sao fortes
candidatos ao uso de um drive virtual.

Para tanto, adicione a seguinte linha no config.sys:

Device = c:\dos\ramdrive.sys /e:4000      (memoria extendida)
Device = c:\dos\ramdrive.sys /a:4000      (memoria expandida)

Mude tambem a variavel set clipper do autoexec.bat para:

Set clipper=//f:75;dynf:8;//swapk:65538;//swappath:d:\

Altere o batch (.BAT) de acesso ao sistema, mudando a linha de chamada do
executavel, adicionando o parmetro //swappath:d:\

Exemplo:
No EF.BAT
antes:      efexe //f:75 //dynf:8 //swapk:65535

depois:     efexe //f:75 //dynf:8 //swapk:65535 //swappath:d:\

O arquivo de inicializacao tambem requer mudancas, pois voce pode colocar os
arquivos de telas (.SCM) e os arquivos de tabelas (.TAB) no drive virtual. Nesses
arquivos, mude o path das variaveis "SCM" e "TAB".

Exemplo:
SCM=c:\ef\
para
SCM=d:\ef\

Se voce optar por colocar as telas (.SCM) e as tabelas (.TAB), lembre-se de adicionar
um comando de copia no autoexec.bat para que os arquivos estejam disponiveis no
drive virtual na hora da chamada.

Exemplo:
md d:\ef
copy c:\ef\*.scm d:\ef
copy c:\ef\*.tab d:\ef

3.8. Cores

Todos os sistemas da TRON possuem opcao para configuracao. As cores sao
definidas em variaveis constantes no arquivo de configuracao do sistema.

Para alterar as cores, digite Alt-S em qualquer ponto do sistema e altere o conteudo
das seguinte variaveis.

pcolor1     - 1 cor da tela principal
pcolor2     - 2 cor da tela principal
acolor1     - 1 cor do painel de trabalho
acolor2     - 2 cor do painel de trabalho
tcolor1     - 1 cor das mensagens
tcolor2     - 2 cor das mensagens
tcolor3     - 3 cor das mensagens
alert1      - 1 cor do quadro de mensagens
alert2      - 2 cor do quadro de mensagens
alert3      - 3 cor do quadro de mensagens

Para maiores informacoes consulte o apendice 6 sobre as variaveis de cores, e para
consultar a tabela de cores disponiveis, use o apendice 4, ambos no manual do
usuario.

Alguns monitores de video VGA monocromatico nao aceitam diretamente a
diferenciacao de tons das cores. Nesse caso, recomendamos o uso do comando
mode, com a seguinte sintaxe:
Mode co80

Monitores de video do padrao hercules nao tem capacidade de diferenciar tons das
cores. Se esse monitor tiver a capacidade de emular o padrao CGA, basta usar o
mesmo comando citado acima. 

3.9. Impressoras

Os sistemas da TRON estao aptos a trabalhar com as impressoras mais comuns no
mercado: jato de tintas, matriciais e a laser, bastando escolhe-la com o uso do Alt-P.

Cada impressora e controlada por um dispositivo com a extensao .DRV. Caso sua
impressora nao possua dispositivo disponivel, envie o manual da impressora para a
TRON, que sera criado dispositivo proprio para ela, sem custo adicional.

O padrao normal e para formularios de 80 colunas. Se desejar tirar seus relatorios em
132 colunas e ainda nao possuir dispositivo correspondente para a sua impressora,
tambem esse dispositivo pode ser criado especialmente para o usuario.

Tente outros dispositivos antes de solicitar a criacao de um novo. Isso lhe poupara
tempo e esforcos.TECLAS DE OPERACAO E NAVEGACAO DA INTERFACE


Introducao
Contextos
      Menus de Selecao
      Entrada de Dados
      Textos
      Zoom
      Help (ajuda) on-line
      Browse (painel de trabalho)
      Caixa de Selecao
      Pesquisa Rapida
Teclas Quentes (Hot Keys)4.1. Introducao

Primeiro vamos definir o que vem a ser interface. Interface e o padrao adotado para
exposicao de telas, acessos e teclas de um aplicativo. Podemos citar como interface
o padrao grafico do Windows, as caracteristicas comuns do Norton Utilities e os
menus do Netware da Novell.

Durante boa parte da sua existencia a TRON passou desenvolvendo uma interface
amigavel, de facil assimilacao e agil no seu uso. Tal padrao permite atualmente que o
treinamento feito para a utilizacao de um sistema nao seja totalmente repetido para
outro sistema, pois todos os sistemas da TRON compartilham da mesma interface, ou
seja, possuem tela com padrao semelhantes, recursos comuns entre si,
compartilham da mesma configuracao de teclas quentes (Hot Keys) e teclas de
navegacao.

Quer um exemplo melhor?! Esse proprio manual que ora o usuario esta lendo. Esse
manual expoe justamente essa interface padrao, que somente sendo uniforme,
poderia nos proporcionar tal comodidade: montar um manual que se encaixa a todos
os sistemas.

A partir dessa introducao surgem novos termos que merecem ser explicados:

Teclas Quentes (Hot Keys) - Sao teclas que estao disponiveis (salvo algumas
excessoes) a qualquer momento que o usuario necessite.

Exemplo: O usuario nao precisa voltar ao menu principal para sair do sistema, porque
de qualquer parte do sistema ele pode acionar a saida atraves da tecla F3. As teclas
quentes estao diretamente relacionadas com os topicos desse manual, sendo assim,
serao todas expostas no assunto correspondente. Uma relacao completa esta
disponivel no Apendice 3. 

Tambem sao conhecidas como teclas de funcoes, short-cut (corte curto), ou teclas de
atalho.

Outro detalhe importante e a disponibilidade do recurso de impressao simultnea,
tambem conhecido como impressao em segundo plano. Esse recurso estara
disponivel apos a carga do gerenciador de impressao do DOS, normalmente pelo
Autoexec.bat, para tanto use "print /d:lpt1".

Para maiores detalhes, leia o capitulo reservado especialmente para o assunto
"Impressao".

4.2. Contexto
E a parte de uma interface que possui funcao especifica, com um conjunto especifico
de teclas disponiveis. Sao contextos:

A) Menus de Selecao
B) Entrada de Dados
C) Textos
D) Zoom
E) Help
F) Browse (painel de trabalho)
G) Caixa de Selecao
H) Pesquisa Rapida

Teclas de Navegacao - Conjunto de teclas que executam determinada funcao dentro
de um dos contextos acima citados. Essas teclas se caracterizam por somente
estarem ativas durante o contexto a que pertencem.

Uma mesma tecla de navegacao pode estar presente em contextos diferentes,
realizando a mesma funcao ou ate mesmo uma funcao totalmente diferente.

Todas as teclas de navegacao ou teclas quentes que atenderem a um proposito
especifico de uma aplicacao, estarao diretamente explicitadas na tela.

A seguir iremos esclarecer cada um dos contextos em separado.

Esteja afiado quanto a esses conceitos. Conhece-los sera bastante util quando voce
for tirar duvidas pelo telefone com o nosso suporte, portanto nao estranhe, se lhe
dissermos, por exemplo:

- Em qual contexto voce esta?
- Use a tecla quente Ctrl-P!
- Digite Alt-F1 para help de contexto!

4.2.1. Menus de Selecao

Esse contexto se caracteriza pela exposicao de opcoes diversas empilhadas que
podem ser escolhidas atraves da navegacao da barra-cursor, selecionadas com o
enter ou recusadas com o escape.

Sao menus de selecao:
     - Os menus e submenus de opcoes que aparecem no inicio do programa
     - As ferramentas, no contexto browse (letra F)
     - Os "extras", no contexto browse (letra F)
     - O menu de selecao de impressoras
     - Os boletos bancarios / recibos disponiveis em sistemas como a folha de
pagamento, contas a receber e administracao de condominio
     - Acessos via tecla "TAB" em alguns contextos de entrada de dados (casos raros)
     
     As teclas de navegacao disponiveis sao:

TECLA               ACAO

Cursor para cima         Move para o item anterior
Cursor para baixo        Move para o proximo item
Home                Move para o primeiro item
End                 Move para o ultimo item
Cursor para esquerda     Move para o item anterior
Cursor para direita      Move para o proximo item
PgUp                Seleciona item de menu, retorna posicao
PgDn                Seleciona item de menu, retorna posicao
Return              Seleciona item de menu, retorna posicao
Esc                 Aborta selecao, retorna zero
Primeira letra      Seleciona primeiro item iniciando a letra, retorna posicao


4.2.2. Entrada de Dados

Esse contexto se caracteriza pela solicitacao de entrada de dados via teclado. A
principal caracteristica e a que durante esse contexto, o cursor permanece ligado.

Qualquer entrada de dados pode ser encerrada pela simples digitacao da tecla Esc.

Outro recurso importante nesse contexto e o de reaproveitamento de valores
digitados anteriormente. Para tanto basta teclar Ctrl+Enter. Logo apos voce tera,
atraves de um contexto de menu de selecao, todos os valores digitados anteriormente
naquele campo, desde o inicio de execucao do sistema.

As teclas de navegacao disponiveis sao:

TECLA                              ACAO

Cursor para esquerda, Ctrl-S            Caractere a esquerda. Nao move
                                   cursor para o GET anterior
Cursor para direita, Ctrl-D                  Caractere a direita. Nao move cursor
                                   para o proximo GET
Ctrl-Esquerda, Ctrl-A                   Palavra a esquerda
Ctrl-Direita, Ctrl-F                         Palavra a direita
Cursor para cima, Ctrl-E                GET anterior
Cursor para baixo, Ctrl-X, Return, Ctrl-M    Proximo GET
Home                               Primeiro caractere do GET
End                                Ultimo caractere do GET
Ctrl-Home                          Inicio do primeiro GET
Ctrl-End                           Inicio do ultimo GET



4.2.3. Textos

Esse contexto se caracteriza pela semelhanca com o contexto anterior (entrada de
dados), tambem estando com o cursor ligado durante a sua execucao.

A diferenca basica e a que esse contexto permite uma navegacao melhor dentro de
um texto, simulando um editor de textos, com algumas restricoes.

Nesse contexto, a tecla de reaproveitamento de texto Ctrl+Enter nao esta disponivel.

Outra caracteristica e a de que nao existe uma delimitacao do fim da entrada de
dados (campo), sendo necessario portanto o uso da Ctrl-W ou F10 para encerramento
do contexto.

As teclas de navegacao disponiveis sao:

TECLA                    ACAO

Cursor para cima/Ctrl-E       Move para cima uma linha
Cursor para baixo/Ctrl-X      Move para baixo uma linha
Cursor para esquerda/Ctrl-S   Move para esquerda um caractere
Cursor para direita/Ctrl-D         Move para direita um caractere
Ctrl-Esquerda/Ctrl-A          Move para esquerda uma palavra
Ctrl-Direita/Ctrl-F           Move para direita uma palavra
Home                     Move para o inicio da linha corrente
End                      Move para o fim da linha corrente
Ctrl-Home                Move para o inicio da janela corrente
Ctrl-End                 Move para o fim da janela corrente
PgUp                     Move para a janela anterior
PgDn                     Move para a proxima janela
Ctrl-PgUp                Move para o inicio do texto
Ctrl-PgDn                Move para o fim do texto
Return                   Move para o inicio da proxima linha
Delete                   Elimina caractere sob o cursor
Backspace                Elimina caractere a esquerda do cursor
Tab                      Insere tab ou espacos
Caracteres Imprimiveis        Insere caractere
Ctrl-Y                        Elimina a linha corrente
Ctrl-T                        Elimina a palavra a direita
Ctrl-B                        Reformata paragrafo
Ctrl-V/Ins                    Comuta modo de insercao
Ctrl-W ou F-10           Salva e finaliza a edicao
Esc                      Aborta edicao e retorna o original



4.2.4. Zoom

Esse contexto esta diretamente relacionado com o contexto browse (painel de
trabalho), pois e a partir dele que o contexto zoom e chamado.

No contexto browse, os registros de banco de dados sao visualizados em colunas,
em uma especie de planilha. Ja no contexto zoom, esses mesmos registros podem
ser visualizados em linha, como se fossem parte de um texto, dai a semelhanca do
contexto zoom com o texto.

Como funcoes especificas de contexto, destacam-se a mudanca entre registro, com
uso do PgUp (registro anterior) e PgDn (registro posterior), e o uso do "P" para
transferir para a impressora, as informacoes, as informacoes do registro atual.

As teclas de navegacao e edicao desse contexto sao:

TECLA          ACAO

seta para baixo     Linha para baixo
seta para cima           Linha para cima
PgUp           Registro anterior
PgDn           Registro posterior
P              Imprime conteudo
Esc            Volta ao contexto browse

4.2.5. Help (ajuda) On-Line

Esse contexto se caracteriza pela exibicao de um texto explicativo de um determinado
elemento do sistema.

Esse textos sao simplificados, voltados para uma consulta rapida, nao tendo como
funcao a dispensa da leitura detalhada do manual, o qual com certeza possui uma
melhor exposicao do assunto.

Os "Helps" podem ser divididos em 3 categorias:

1. Helps de programas

Sao helps que explicam a funcao de determinado programa, Basicamente, o mesmo
conteudo do "manual do sistema".

2. Helps de campos (entrada de dados)

Sao helps que explicam o significado do campo que esta sendo editado no momento
(contexto de entrada de dados). Esses sao os helps de maior grau de necessidade,
sendo que o seu uso visa o auto-treinamento do sistema.

3. Helps de contexto

Sao helps que basicamente exprimem o conteudo desse capitulo.

As teclas de navegacao desse contexto sao:

TECLA                    ACAO

Cursor para cima/Ctrl-E       Move para cima uma linha
Cursor para baixo/Ctrl-X      Move para baixo uma linha
Cursor para esquerda/Ctrl-S   Move para esquerda um caractere
Cursor para direita/Ctrl-D         Move para direita um caractere
Ctrl-Esquerda/Ctrl-A          Move para esquerda uma palavra
Ctrl-Direita/Ctrl-F           Move para direita uma palavra
Home                     Move para o inicio da linha corrente
End                      Move para o fim da linha corrente
Ctrl-Home                Move para o inicio da janela corrente
Ctrl-End                 Move para o fim da janela corrente
PgUp                     Move para a janela anterior
PgDn                     Move para a proxima janela
Ctrl-PgUp                Move para o inicio do texto
Ctrl-PgDn                Move para o fim do texto
Return                   Move para o inicio da proxima linha
Delete                   Elimina caractere sob o cursor
Backspace                Elimina caractere a esquerda do cursor
Tab                      Insere tab ou espacos
Caracteres Imprimiveis        Insere caractere
Ctrl-Y                        Elimina a linha corrente
Ctrl-T                        Elimina a palavra a direita
Ctrl-B                        Reformata paragrafo
Ctrl-V/Ins                    Comuta modo de insercao
Ctrl-W                   Salva e finaliza a edicao
Esc                      Aborta edicao e retorna o original

4.2.6. Browse (painel de trabalho)

Esse e o principal contexto da interface usada pela TRON. E atraves dele que os
bancos de dados sao visualizados, permitindo uma navegacao amigavel e acesso
facil as manutencoes necessarias no banco de dados em questao.

No browse estao disponiveis recursos para inclusao, alteracao e exclusao de
registros. Em alguns casos especificos, tambem estao disponiveis os recursos de
suspensao, reativacao e listagem de registros.

Todos os browses possuem os recursos de "ferramentas", acessados via tecla F9.
Esses recursos sao:

- Indice ativo: selecao da ordem de organizacao dos registros dentro do painel de
trabalho.

Essa ordem pode variar de acordo com o banco de dados, sendo que o normal sao
as ordens numericas (codigo) e alfabetica (descricao).
Sem indice ativo significa que nenhuma ordem sera usada, colocando o arquivo pela
ordem de entrada de dados.

- Pesquisa: opcao usada para procura de registros que atendam uma determinada
chave de pesquisa. Como alternativa, use a tecla Ctrl-P.

- Impressao: emissao de listagem com todos os registros do banco de dados,
excluindo-se os registros suspensos, em alguns casos.

- Zeramento: essa opcao normalmente nao esta presente, por questao de seguranca,
sendo que o proprio usuario pode optar por adiciona-la no menu de ferramentas, com
a adicao da linha "zap=on" no arquivo de configuracao do sistema (Alt-S). Essa opcao
tem como funcao executar a remocao geral de todos os registros do banco de dados,
de uma so vez.

Outras caracteristicas disponiveis em algumas colunas do painel de trabalho e a
possibilidade de alteracao em linha, ou seja, na propria colunas, com a digitacao do
enter quando o cursor estiver posicionado sobre o campo a ser alterado.

Alguns browses possuem tambem algumas opcoes extras, acionados atraves da tecla
F10 ou pelo numero da posicao da opcao dentro do menu de extras.

As teclas de navegacao e edicao desses contexto sao:

TECLA                    ACAO
Cursor para cima/Ctrl-E       Move para cima uma linha
Cursor para baixo/Ctrl-X      Move para baixo uma linha
Cursor para esquerda/Ctrl-S   Move para esquerda um caractere
Cursor para direita/Ctrl-D         Move para direita um caractere
Ctrl-Esquerda/Ctrl-A          Move para esquerda uma palavra
Ctrl-Direita/Ctrl-F           Move para direita uma palavra
Home                     Move para o inicio da linha corrente
End                      Move para o fim da linha corrente
Ctrl-Home                Move para o inicio da janela corrente
Ctrl-End                 Move para o fim da janela corrente
PgUp                     Move para a janela anterior
PgDn                     Move para a proxima janela
Ctrl-PgUp                Move para o inicio do texto
Ctrl-PgDn                Move para o fim do texto
Return                   Encerra DBEDIT()
Esc                      Encerra DBEDIT()


4.2.7. Caixa de Selecao

Esse contexto e usado nos casos em que o sistema necessita de uma tomada de
decisao, com respostas pre-estabelecidas. Em nenhum caso esse contexto pode ser
abandonado com tecla escape, forcando o usuario a fornecer uma resposta.

Tambem e usado no encerramento de uma operacao, onde sera requerido apenas a
teclagem de um enter.

Ha casos, em mensagens de erro ou respostas que podem gerar uma acao
indesejavel, que se pode ouvir um toque de alerta. Esse alerta sonoro pode ser
desabilitado, adicionando a seguinte linha no arquivo de configuracao (Alt-S): Beep =
off 
As teclas de navegacao desse contexto sao:


TECLA               ACAO

Seta para esquerda  Move opcao para esquerda
Seta para direita        Move opcao para direita
High Light               Seleciona opcao atraves da letra com cor diferente
Enter                    Seleciona opcao atual


4.2.8. Pesquisa Rapida

Contexto bastante semelhante ao contexto browse, sendo um pouco mais
simplificado. E usado nos casos em que ha a necessidade do informe de um codigo
em um contexto de entrada de dados e o usuario nao tem esse codigo (ou
informacao) disponivel no momento.

Por exemplo, no lancamento de uma nota fiscal, um campo do contexto de entrada
de dados pode solicitar o codigo do cliente daquela respectiva nota fiscal. Para que o
usuario nao tenha que procurar em uma listagem impressa ou para que ele nao pare
de digitar a nota fiscal para procurar no cadastro de clientes, basta o usuario teclar
Ctrl-P para que o sistema abra uma janela com a exposicao do respectivo cadastro
do cliente. Se o usuario desejar achar o cliente pelo nome, basta teclar Ctrl-P
novamente e informar as letras iniciais do nome do cliente que o sistema se
encarrega de encontrar o primeiro cliente que atenda aquelas iniciais. Uma vez
posicionado sobre o cliente desejado, basta o usuario teclar enter que o sistema se
encarrega de preencher o campo do codigo do cliente com o codigo do cliente
escolhido. Com o uso do escape, o sistema retoma sua posicao original, sem tomar
qualquer atitude.

Citamos acima o caso de um cliente de uma nota fiscal. Outros casos tambem sao
tratados de igual forma, sempre que a informacao estiver relacionada diretamente
com um cadastro pre-existente (normalmente atraves de codigos ou contas).

As teclas de navegacao desse contexto sao:

TECLA                    ACAO

Cursor para cima/Ctrl-E       Move para cima uma linha
Cursor para baixo/Ctrl-X      Move para baixo uma linha
Cursor para esquerda/Ctrl-S   Move para esquerda um caractere
Cursor para direita/Ctrl-D         Move para direita um caractere
Ctrl-Esquerda/Ctrl-A          Move para esquerda uma palavra
Ctrl-Direita/Ctrl-F           Move para direita uma palavra
Home                     Move para o inicio da linha corrente
End                      Move para o fim da linha corrente
Ctrl-Home                Move para o inicio da janela corrente
Ctrl-End                 Move para o fim da janela corrente
PgUp                     Move para a janela anterior
PgDn                     Move para a proxima janela
Ctrl-PgUp                Move para o inicio do texto
Ctrl-PgDn                Move para o fim do texto
Return                   Encerra DBEDIT()
Esc                      Encerra DBEDIT()


4.3. Teclas Quentes (Hot Keys)

Sao teclas quentes as seguintes teclas:

F3 - Saida do sistema. Pode ser executado a qualquer instante.

Alt-F3 - Saida temporaria para o DOS, com retorno atraves da digitacao do comando
"exit" na linha de comandos do DOS. Se voce trocar de diretorio durante essa funcao,
nao se preocupe, pois ao voltar o sistema retorna ao diretorio correto.

Nao carregue programas residentes usando essa opcao. Isso pode ser FATAL.

F4 - Redefinicao da porta de impressao.

Alt-F4 - Visualizacao de arquivo de impressao. Consulte o item 5.5 desse manual.

F5 - Impressao em 2 plano. Consulte o item 5.4 desse manual.

F6 - Cancelamento da fila de impressao. Consulte o item 5.4 desse manual.

F1 - Help de programa.

Alt-F1 - Help de campo.

Shift-F1 - Help de contexto.

Alt-P - Menu de selecao de impressora. Consulte o item 5.2 desse manual.

Alt-I - Apaga os indices dos bancos de dados. Consulte o item 6.2 desse manual.

Alt-S - Opcao para alteracao do arquivo de configuracao inicial sem retornar a
editores de textos de terceiros. Consulte o item 3.2 desse manual.

Alt-K - Cadastar e alterar senha de acesso ao sistema.

Alt-A - Edicao de arquivo texto.

Atl-E - Quando o sistema em questao for multi-empresa, o uso dessa teclas permite a
mudanca de empresa sem a necessidade de abandonar o sistema. Essa opcao
somente pode ser usada a partir de um menu ou sub-menu de programas.TUDO SOBRE IMPRESSAO
                                                                          
                                                                          
Introducao
Modelos de impressora - selecao
Portas de impressao
Redirecionamento de impressao
Impressao em 2 plano (Back Ground) ou simultnea
Visualizando arquivo antes da impressao
Controle inteligente de retomada de impressao
Erros de impressao5.1. Introducao

Nesse capitulo estao expostos os recursos que fazem da interface da TRON uma
poderosa ferramenta no controle de impressao dos relatorios e impressos do sistema.

Antes, vale conceituar alguns termos usados nos topicos deste capitulo:

Relatorio: Folha impressa com dados estatisticos, sub-grupos, totais e sub-totais, com
o manuseio de informacoes contidas em relacionamentos de 2 ou mais arquivos.

Listagem: Folha impressa usada com referencia de um processo do sistema, com a
exposicao de registro de um determinado banco de dados. Sao listagem os planos de
contas, tabelas e listas de preco, entre outras.

Impressos: Sao alguns relatorios ou listagens que possuem um padrao especifico,
fugindo ao padrao de cabecalho e rodape dos relatorios e listagens comuns.

Sao impressos: Recibos, cheques, boletos, duplicatas, livros nos moldes da Lei,
etiquetas, notas fiscais etc.

Esses impressos atendem a um controle proprio de pagina, ou nao possuem tal
controle, nao podendo entao usar o recurso de retomada de impressao exposto no
item 5.6.

Dispositivo: Recurso usado para controlar um elemento do sistema que possa mudar
de acordo com o equipamento do usuario. Sao dispositivos os controladores de video,
impressao e arquivos.

Dispositivo de impressao: Dispositivo usado para configurar o sistema de acordo com
a impressora conectada ao computador do usuario. Os dispositivos (drives) de
impressao sao os arquivos .DRV localizados no diretorio \DRIVES.

Fila de impressao: E um conjunto de arquivos que foram enviados para impressao
pela ordem de solicitacao. Dai da-se o nome de fila de impressao.

Impressora: Hardware destinado a transcricao de informacoes em uma folha de papel,
seja ela em folha solta ou em formulario continuo.

Impressora Matricial: Sao impressoras que usam agulhas para a formacao do caracter
impressa no papel.

Impressora Laser: Sao impressoras que usam o magnetismo para a juncao de toner
com a folha de papel.

O toner e o papel recebem cargas eletricas opostas entre si e ao entrarem em
contato, se atraem tornando a impressao a laser a mais bem acabada de todas, com
uma melhor aparencia grafica.

Impressora de jato de tinta: Sao impressoras que lancam tinta em uma folha atraves
de pequenas agulhas. Impressao de qualidade intermediaria entre as matriciais e as
laser.

Plotter: Aparelho usado na impressao de desenhos, em tamanho maior. Usado
praticamente em projetos de engenharia e arquitetura, nao e suportado pela interface
da TRON.

Dip Swtchs (pino de configuracao): A maioria das impressoras possuem pinos de
configuracao externos, nao podendo ser afetados atraves de comandos nos
dispositivos de impressao internos. Normalmente esses pinos ja vem configurados de
fabrica e nao precisam ser alterados, salvo em alguns casos para ajustes com
programas que nao suportam aquele modelo de impressora. Portanto, caso o sistema
da TRON nao possua a configuracao para a sua impressora, evite tentar ajusta-la a
outro modelo, alterando a configuracao dos pinos. Solicite junto a TRON a criacao de
um dispositivo que adapte a sua impressora. Isso nao lhe trara nenhum custo, exceto
os de despacho de copias de atualizacao.

5.2. Modelos de impressora - selecao

As impressoras sao configuradas atraves de um recurso chamado "dispositivo de
impressao". Os dispositivos de impressao sao arquivos com a extensao .DRV que
possuem as informacoes especificas de um modelo ou um grupo de impressoras,
para que possibilite as listagens e relatorios dos sistemas aptos a serem impressos,
utilizando os mais variados recursos de impressao.

No sistema, o controle do dispositivo a ser usado e feito atraves das teclas Alt-P. A
seguir, sera mostrado um menu com todas as impressoras disponiveis ate o momento
da aquisicao do sistema. Basta voce selecionar a que corresponder a sua impressora.
Note que existe um dispositivo para visualizacao em video. Ele e usado para melhorar
a apresentacao de paginas quando voce desejar somente ver um relatorio no video,
sem ter que imprimi-lo.

Apos a selecao da impressora, o sistema lhe perguntara se voce deseja mudar a
configuracao ja existente, para que a sua nova opcao se torne permanente.

Fazem parte do conjunto de dispositivos de impressao, os arquivos.DRV e o arquivo
printers.lst menu de impressoras), localizado no diretorio \drives. Se voce possuir
mais de um sistema da TRON, eles compartilharao os mesmos dispositivos de
impressao, mas nao a mesma configuracao permanente.


5.3. Redirecionamento de Impressao

Recurso que permite ao usuario, o controle total do caminho usado entre o sistema e
a impressao final.

Atraves do uso da tecla F4, de dentro do sistema, voce pode determinar uma nova
porta de impressao ou determinar que todo relatorio, ao contrario de ser
imediatamente impresso, possa ser armazenado em um arquivo em disco, o qual e
comumente chamado de arquivo de impressao (.PRN). Voce tambem pode definir
junto com o nome do arquivo, o local onde deseja coloca-lo.

Exemplo: A:\lista, onde       A:= local de armazenamento e 
                  lista = nome do arquivo

Quando voce solicitar o redirecionamento de impressao para um arquivo, o sistema
verificara se o mesmo ja existe. 

Caso esse arquivo ja exista o sistema lhe dara 3 opcoes para prosseguir:

Sobrepoe    - Mata arquivo anterior e inicia um novo, sem conteudo anterior.

Complementa - Passa a gerar os novos relatorios do ponto onde tinha sido encerrado
o ultimo relatorio gerado anteriormente.

Aborta            - Cancela uso daquele nome para o arquivo, sem tomar qualquer
atitude.

Se voce nao tem uma impressora conectada na porta LPT1, a qual e o padrao inicial,
e deseja criar uma configuracao que nao exija um acesso a opcao de
redirecionamento a cada acesso ao sistema, basta voce acrescentar a seguinte linha
no arquivo de configuracoes .INI, usando a tecla ALT-S:

spool = COM1

Apos tal operacao, durante o acesso inicial, o sistema ja se posiciona para mandar
todos os relatorios para a saida serial COM1.


5.4. Impressao em 2 plano

Utilizando o recurso fornecido pelo comando PRINT.COM do DOS, os sistemas da
TRON podem enviar diretamente para o gerenciador de impressao em 2 plano
(back-ground ou simultnea), arquivos de impressao previamente criado utilizado o
recurso de redirecionamento de impressao acima exposto.

Note que essa opcao requer um equipamento com melhor performance, pois e como
se voce estive com 2 computadores ao mesmo tempo: um para voce continuar a
processar dados e um outro so para mandar relatorio para impressora.

O funcionamento dessa opcao requer que voce acrescente a seguinte linha no seu
Autoexec.bat:

print /d:lpt1

Se voce deseja usar outra porta, bastar trocar o "lpt1" pela identificacao da outra
porta ( "lpt2" por exemplo ). Caso voce nao saiba como alterar uma arquivo, consulte
o item 2.2.10 (Editando Textos).

Ja com o PRINT instalado, envie arquivos para fila de impressao utilizando a tecla F5.
Logo apos, o sistema lhe pedira o nome do arquivo a ser impresso e a quantidade de
vias que voce deseja. 

Um arquivo de impressao nao e eliminado apos ser impresso, sendo que sua
remocao se da utilizado recursos de eliminacao de arquivos do DOS ou com um novo
redirecionamento, utilizado o mesmo nome e pedindo a opcao de sobrepor arquivo.
Nesse ultimo caso, o arquivo e zerado mas o seu nome ainda permanecera no
diretorio em que foi criado, sendo entao importante que haja uma padronizacao por
parte do usuario dos nomes dos arquivos de impressao que estao sendo
criados.

Se voce desejar cancelar a impressao de um arquivo ja enviado para a fila de
impressao, utiliza a tecla F6, a qual removera todos os arquivos da fila de impressao.
Caso voce ja tenha saido do sistema, utilize o comando PRINT /T, na linha de
comandos do DOS.

5.5. Visualizando arquivo antes da impressao

Utilizando os recursos de selecao do dispositivo de impressao e o de
redirecionamento de impressao, voce pode conseguir visualizar um relatorio sem que
voce tenha que necessariamente imprimi-lo. Basta voce seguir os seguintes passos: 

a - Redirecione a impressao para um arquivo novo, ou entao para um nome padrao e
peca para sobrep-lo, utilizando a tecla F4.

b - Mude o dispositivo de impressao atual para o dispositivo descrito com
"Visualizacao em Video", sem tornar essa configuracao permanente, para evitar que
de problema quando voce for definitivamente mandar algo para impressora.

c - Emita normalmente o relatorio desejado, como se fosse imprimi-lo diretamente.

d - Apos o termino da pseudo-impressao, use as teclas ALT+F4 para a visualizacao
do relatorio emitido, a partir do inicio.

Note que apenas os primeiros 64Kb de relatorio serao vistos em video, por limitacao
imposta pelo proprio Clipper. Durante o fechamento desse manual, o departamento
tecnico da TRON estava preparando um dispositivo que possa permitir a visualizacao
e impressao de todas as paginas ou paginas selecionadas. Aconselhamos que voce
leia Adendum desse Manual, distribuido junto com o manual impresso.

5.6. Controle inteligente de retomada de impressao

Para evitar que o usuario se morda de raiva quando, no final de um relatorio de uma
numero elevado de paginas, a energia falta, criamos o que chamamos de "controle
inteligente de retomada de impressao".

Usando os recursos de redirecionamento de impressao, aliado a definicao de uma
pagina com referencia, voce pode emitir um relatorio a partir de uma pagina
determinada, em qualquer parte de sua extensao.

Para tanto, usando o exemplo de impressao a partir da pagina 87, siga os seguintes
passos.

a - Antes de acessar o sistema, digite na linha de comandos do DOS, o seguinte
comando "SET STOP=87" ou adicione a seguinte linha "stop = 87" no arquivo de
configuracao .INI, utilizando o Alt-S.

b - Ja de dento do sistema, redirecione a impressao para um arquivo temporario sem
utilidade (Ex.: LIXO), para que as primeiras 86 paginas vao para esse arquivo.

c - Emita o relatorio interrompido, como ele tivera sido anteriormente pedido.

d - Ao atingir a pagina 87, o sistema emitira um alerta dizendo que a pagina 87 foi
atingida, e aguarda pela sua resposta de continuacao ou nao da impressao. Nesse
momento, redirecione a impressao para um outro arquivo, agora o definitivo, ou
diretamente para a porta de impressao desejada e responda "sim" para a
complementacao da impressao.

e - Aguarde o fim da impressao. Desabilite a variavel STOP, atraves do Alt-S, caso
voce tenha alterado o arquivo de configuracao, retirando-a dele, ou na linha de
comando do DOS, digite "set  stop=".

5.7. Erros de impressao

Os erros mais comuns em impressao estao diretamente ligados a nao selecao correta
do dispositivo correspondente a sua impressora ou ao equipamento (hardware) de
maneira geral.

Erros Comuns:

1 - Sair um 4 ou 5, no fim de algumas linhas:

Voce possui uma impressora no padrao epson, so que nao configurou o sistema para
tanto, e esta usando o dispositivo default que e o da Emilia PC/PS, o qual resulta
nesse erro.

2 - Mensagem "Impressora nao esta ativa" quando ela esta:

Incompatibilidade do clipper com alguns cabos ou chaveadores que permitem o
compartilhamento de impressora entre computador. Nesse caso, adicione a seguinte
linha no arquivo de configuracao inicial .INI ( Usando o Alt-S):
prnerror = onMANUTENCAO EM BANCOS DE DADOS

                                                                          
Introducao
Organizacao geral de arquivos6.1. Introducao

Esse capitulo foi destinado a desmistificar aquilo que e, sem duvida nenhuma, a alma
de toda aplicacao projetada pela TRON: os bancos de dados.

Tambem nesse capitulo, torna-se necessario a elucidacao de alguns termos tecnicos
na area de armazenamento de dados:

Banco de Dados: Arquivo que contem em seu conteudo todas as informacoes
guardadas atraves de entradas de dados via sistema aplicativo. Existem varios
padroes de banco de dados atualmente no mercado, mas o que mais se destaca, a
nivel de micro-computadores, sao os bancos de dados com o padrao xBase, criado
originalmente pelo dBase III Plus e adotado posteriormente por outros softwares de
banco de dados, como Fox Pro, Dialog, dBFast, Joiner, e em nosso caso, Clipper. A
extensao dos arquivo pode variar, mas o mais comum e a extensao .DBF.

Indices: Arquivos criados a partir de arquivos de banco de dados usados para agilizar
o processo de pesquisa, dai o nome de "arquivo de indice", porque funciona
exatamente como se fosse um indice de um livro.

Como esse arquivo e criado a partir de um banco de dados, sua existencia so tem
sentido com a existencia de seu banco de dados original, sendo que o mesmo pode
ser eliminado, sem danos maior ao sistema, que na sua falta, se encarregara de
recria-lo. Normalmente esses arquivos tem a extensao .NTX.

Arquivo de Memoria: Sao arquivos de dados usados para guardar pequenas
informacoes, com uma constncia ja definida, utilizado no sistema como
acumuladores de parmetros, dispositivos de impressao, telas e tabelas.

As extensoes desses arquivos variam de acordo com a sua caracteristica e aplicacao,
sendo que no caso da interface da TRON, sao os de extensao .TAB, .MEM, .BLT,
.DRV, .SCM, .CNF e .INI.

Banco de Dados - Conjunto de informacoes, como um todo 
Ex.: Um Conjunto de Vendedores

Registro -  Cada elemento de um banco de dados
Ex.: Um Vendedor Especifico

Campo - Cada elemento de um registro
Ex.: O nome do vendedor, seu endereco, seu codigo

Byte - Cada letra, numero ou caracter de um campo
Ex.: A letra "M", do campo nome "MARIA"

Compartilhamento - Capacidade que uma aplicacao tem compartilhar um mesmo
banco de dados durante a sua execucao em um ambiente multi-usuario (rede), onde
varios usuarios acessara a mesma informacao ao mesmo tempo. Todos os aplicativos
desenvolvidos na TRON ja estao aptos a se adaptarem a essa situacao.

6.2. Organizacao em banco de dados

Os aplicativos da TRON estao munidos de um recurso que permite uma manutencao
no bancos de dados, transparente ao usuario, executando as seguintes operacoes:

1 - Remocao dos arquivos de indice para que, nos proximos acessos ao banco de
dados, novos indices sejam criados. Esses novos indices serao mais seguros,
compactos e ageis.

2 - Remocao de arquivo de banco de dados sem existencia de registro em seu
interior. Desde que nao haja informacoes em banco de dados, ele pode ser eliminado,
pois o sistema estara apto a recria-lo, casa torne-se necessario.

3 - No caso de banco de dados com registros em seu interior, o sistema fara uma
compactacao desse banco de dados, removendo definitivamente os registro que ja
foram marcados para delecao. Essa e a unica operacao que requer um pouco mais
de tempo para ser executada.

Esse recurso pode ser acionado com as teclas ALT-I, e deve ser executado com uma
frequencia que pode variar de uma semana a um mes, dependendo do tempo que
voce utiliza o sistema. Note que para executar essa opcao, em caso de ambiente
multiusuario (rede), voce deve ser o unico usuario "logado" (conectado), portanto,
quando for executar essa opcao peca para os outros usuarios interromperem
momentaneamente suas operacoes.

Faca uma copia de seguranca antes de realizar essa operacao. Para maiores
informacoes de como fazer essa copia, consulte o item 2.2.8. RESOLVENDO PROBLEMAS VOCE MESMO


Introducao
Virus
Copia de seguranca
Arquivos danificados
Reinstalacao
Problemas na configuracao do DOS
Problemas com rede
Problemas com memoria
Como ler o relatorio de suporte
Perguntas e Respostas
O que fazer quando o micro ou algum periferico nao funciona
Saiba o que fazer quando seu micro comeca a lhe parecer muito lento7.1. Introducao

Esse capitulo e destinado a fornecer dicas de como resolver problemas mais simples
sem o auxilio do suporte da Tron.

Caso voce nao tenha tempo, nem paciencia para ler manuais, voce pode dispensar a
leitura desse capitulo, e usar esse capitulo como consulta quando algum problema
acontecer.

7.2. Virus

O virus de computador tornou-se nos ultimos anos, em uma praga sem controle,
causando graves danos aos dados contidos em microcomputadores, sendo por isso,
indispensavel que medidas serias sejam tomadas pelos responsaveis pelos dados
vitais contidos em um computador. Abaixo citamos medidas que certamente tornarao
seu equipamento livre de problemas com virus.

- Faca sempre suas copias de seguranca. Em ultimo caso elas serao uteis, quando
nada mais funcionar.

- Adquira um software capaz de detectar a entrada de virus, atraves de disquetes de
terceiros. De preferencia por adquirir um software original, pois voce passara a
receber constantes atualizacoes, o que aumentara as chances de nao contaminacao
por virus. Entre os softwares disponiveis no mercado estao o Scan / Clean (McAfee),
o CPAV (Central Point) e o NAV (Norton). O pacote do MS-DOS 6.0 tambem ja traz
um anti-virus embutido, bem como o Novell DOS 7.0.

- Caso seu software anti-virus possua um modulo residente para detectar a entrada
indesejada de um virus, instale-o no seu autoexec.bat (vsafe / vshield / defend /
nav.sys).

- Execute um programa que possa detectar virus sempre que um disquete de terceiro
seja acionado. Ao reaproveitar disquete usado, dispense um pouco de tempo
reformatando-o. Voce vera que uma pequena perda de tempo tomando essas
medidas lhe pouparao uma enorme perda de tempo e dor de cabeca, caso o pior
aconteca.

- Use o lacre de protecao nos disquetes que possam ser usados em computadores de
terceiros. Sao esses computadores amigos que mandam-lhe os tais virus inimigos.

- Evite a pirataria. Software original tem procedencia, sao testados contra virus e dao
garantia de reposicao em caso de perda. Todos os sistemas da TRON sao testados e
tem a garantia de que estao livres de virus.

- Constantemente verifique seu winchester e seus discos. Lembre-se:
voce pode ate nao possuir um virus no seu computador, mas podera passar um virus
a um amigo, caso seus disquetes estejam contaminados.

- Evite ao maximo o uso de disquetes, a nao ser os de copia de seguranca. Esses
sim devem ser usados ate de forma exagerada.

7.3. Copias de Seguranca

No capitulo de Introducao ao DOS ja foi comentado procedimento para a realizacao
de uma copia de seguranca, e para seu posterior uso, no caso do retorno dos dados.

Nesses topicos iremos enfocar a necessidade de copias, bem como a melhor maneira
de realiza-la.

Trabalhar sem copia de seguranca e o mesmo que praticar "roleta russa" com seus
dados: voce pode nunca perde-los, mas se perder, o que voce tera perdido? E seus
clientes? Se voce tem tempo disponivel para refazer um arduo trabalho, voce e um
otimo candidato a nao usar copias de seguranca. Mas como todo mundo trabalha no
vermelho, com relacao a prazos de entrega, aconselhamos que voce perca um
pouco de tempo fazendo copias, preferencialmente como vamos expor a seguir:

- Crie varios jogos de disquetes para realizar suas copias. O ideal e o seguinte:

      6 jogos (1 para cada dia util da semana)
      2 jogos (copias semanais alternadas)
      2 jogos (copias mensais alternadas)

Sao 10 jogos de disquete no total. E claro que isso representa um custo. Caso voce
ache isso uma despesa desnecessaria, considere pelo menos o uso de uma copia
para cada dia util da semana. 

O uso de varios jogos evita que voce faca copia de dados danificados ou incompletos
em cima de uma potencial copia a ser utilizada para a correcao de problemas.

7.4. Arquivos Danificados

Para eliminar a presenca de arquivos danificados, voce deve inicialmente levar em
consideracao que nem todos arquivos podem ser recriados, e que nesses casos,
somente podem ser recuperados a partir de uma copia de seguranca, citada no topico
anterior.

Arquivos de indices (.NTX) podem ser corrigidos com o uso do Alt-I.
Ja os arquivos de dados (.DBF) nao podem ser corrigidos com o uso dessa opcao,
exigindo que sejam excluidos (deletados) e reinstalados a partir de copia de
seguranca. Os arquivos de uso do sistema podem ser reconstituidos com a
reinstalacao do sistema a partir do disquete original.

Arquivos danificados podem ser identificados com a presenca, no relatorio de suporte,
da descricao do erro "Corruption detect" (corrupcao detectada) e com o nome do
arquivo danificado exposto abaixo.

7.5. Reinstalacao

A reinstalacao do sistema deve ser feita a partir dos disquetes fornecidos
originalmente pela TRON Informatica.

Nao se preocupe, o sistema esta apto a identificar se e a primeira instalacao ou se e
uma reinstalacao, evitando assim que os dados ja lancados sejam perdidos ou
danificados.

Ao reinstalar um sistema, leve em consideracao as limitacoes impostas pelo "Contrato
de Licenca de Uso" dos softwares da TRON, fornecido no ato da entrega dos
sistemas.

7.6. Problemas na Configuracao do DOS

Os problemas na configuracao do DOS sao basicamente os seguintes:

- a especificacao "files", no config.sys
- a especificacao "set clipper", no autoexec.bat
- a nao solicitacao do comando "print.exe", no autoexec.bat
- o abuso de carga de programas residentes
- a perda dos arquivos do sistema ou danos na area de "boot" do sistema
operacional. Nesse caso, a reinstalacao do sistema operacional e o procedimento
mais indicado.
- o uso de uma versao anterior a 3.30, pois os sistemas da TRON exigem que a
versao do sistema operacional seja no minimo a 3.2 para sistemas monousuarios e
3.30 para redes.

7.7. Problemas com Rede

Os problemas com rede estao basicamente relacionados a 3 itens:

- o uso dos sistemas em um servidor de arquivos. No servidor de arquivos, a
memoria RAM normalmente e menor que a dos terminais, podendo causar falta de
memoria durante a execucao da aplicacao. 
- a nao especificacao de "file handles", nos arquivos net.cfg e shell.cfg.
- a um curto espaco de tempo de espera especificado para uma fila de impressao, o
que pode causar mistura de relatorios quando mais de um terminal estiver imprimindo
ao mesmo tempo.

7.8. Problemas com Memoria

O elemento memoria e uma peca chave para que um sistema tenha um desempenho
satisfatorio. Os principais problemas que podem acontecer sao:

- abuso de utilizacao de programas residentes, que escravizam parte significante da
tao escassa memoria RAM, limitada em 640 pelo DOS.
- uso inadequado de caches e gerenciamento de memoria, incompativeis com
aplicacoes escritas em clipper.
- programas residentes que executam operacao em 2 plano ao mesmo tempo que a
aplicacao principal, a exemplo de relogios, compactadores e gerenciadores de
impressao. Esses programas so devem ser usados em equipamentos mais potentes,
com os 386 em diante.


7.9. Como Ler o Relatorio de Suporte

O relatorio de suporte e a maneira mais pratica encontrada pela TRON Informatica
para a correcao das falhas ocorridas durante a execucao dos sistemas.

Ele esta dividido nas seguintes partes:

01. Identificacao do cliente.

02. Uma pergunta que da margem a uma exposicao do que estava sendo executado
quando ocorreu a falha.

03. A pilha de chamadas. Bastante util para o departamento tecnico, pois permite que
seja identificado o nome do processo / rotina que gerou a falha.

04. Descricao da falha interna. Aqui esta a alma do relatorio, pois sao informacoes
que simulam uma fotografia do ambiente operacional no momento da falha.

05. Listagem do config.sys.

06. Listagem do autoexec.bat.

07. Listagem do arquivo de configuracao do sistema (.INI)

08. Listagem ambientais do DOS, configuradas atraves do comando "set".

Quando ocorre a falha, o sistema da prioridade pela listagem do config.sys e
autoexec.bat contidos no drive a: e depois no drive c:, motivo pelo qual o drive a: e
acessado no momento da falha. 

A parte da "Descricao da Falha Interna", pode ser assim comentada:

Descricao: descricao do erro fornecida pelo clipper, motivo pelo qual e exposta em
ingles.

Arquivo: Nome do arquivo que esta causando a falha. Se a falha nao for em arquivo,
esse item ficara em branco.

Codigo do Erro: Reservado ao departamento tecnico.

Operacao: Reservado ao departamento tecnico.

Erro DOS: Numero do erro DOS conforme tabela exposta no apendice 1. Caso o erro
nao seja no DOS, esse item ficara em branco.

Severidade: Reservado ao departamento tecnico.

Sub-Codigo: Reservado ao departamento tecnico.

Sub-Sistema: Reservado ao departamento tecnico.

Arquivo Executavel: Nome do arquivo executavel e sua data de liberacao
(atualizacao)

Sistema Executado: Nome e versao do sistema executado.

Sistema Operacional: Numero da versao do sistema operacional instalado.

Linha de Comando: Reservado ao departamento tecnico.

Numero de arquivo: Especificacao "files" do config.sys, ou alterada via comando
"files.com".

Modo de Video: Modelo do video do cliente.

Espaco em Disco: Espaco disponivel restante no disco (drive) onde o sistema esta
armazenando os dados.

Memoria Expandida: Quantidade de memoria expandida disponivel no equipamento.

Memoria para Strings: Reservado ao departamento tecnico.

Memoria para Blocos: Reservado ao departamento tecnico.

Memoria para Execucao: Reservado ao departamento tecnico.

Modelo da C.P.U.: Modelo do processador instalado no equipamento.

Drive / Diretorio Atual: Drive e diretorio onde o sistema estava no
momento do erro. E nesse local que sera gerado o arquivo .ERR.

Ambiente de Trabalho: Ambiente monousuario ou multiusuario, configurado com a
variavel "net".

Rede Presente: Especifica se uma rede esta presente e disponivel para uso
(sim/nao).

Area: Reservado ao departamento tecnico.

Ordem: Reservado ao departamento tecnico.

Chave: Reservado ao departamento tecnico.

Posicao: Reservado ao departamento tecnico.

Nome do DBF: Nome do arquivo de dados que estava selecionado no momento da
falha.

Quando acontece uma falha, um arquivo e criado contendo todas as informacoes
expostas no relatorio, para que o relatorio de suporte seja posteriormente impresso.

Esse arquivo tem como inicio, os numeros da hora e segundo que ocorreu a falha,
mais a extensao .ERR.

Exemplo: 124052.ERR (falha ocorrida as 12 horas, 40 minuto e 52 segundos).

Esse relatorio pode ser impresso com os comandos print e type, do DOS.

7.10. Perguntas e Respostas

P. Quando aciono um modulo do sistema e os dados aparecem duplicados no video.

R. Esse e um problema tipico de arquivo de indices danificados. Para resolver retorne
para o menu e pressione Alt-I, confirmando em seguida.

P. Apos acessar o sistema o mesmo sai e emite mensagem: "Falha interna no
sistema - sai para DOS, emite relatorio de suporte".

R. Certifique-se que o config e o autoexec contem as configuracoes basicas
apresentadas nos capitulos 3.3 e 3.4.

P. Apos acessar o sistema o mesmo sai e apresenta a mensagem: "(0) unrecorerable
error 5313: out of space for vm swap file".

R. Este erro acusa falta de memoria fisica no computador, certifique-se que ha
espaco suficiente no winchester. Se nao existir um minimo de 3 Mb, consulte o topico
desse manual relacionado a delecao de arquivos.

P. Apos a atualizacao do disquete do sis tema, quando vou acessar o sistema e
apresentado a seguinte mensagem: "O arquivo XXXX esta com a estrutura
desatualizada, continua, atualiza, retorna?"

R. Em alguns casos quando o sistema e atualizado, ou e criado uma nova versao, ha
a possibilidade da estrutura do arquivo ser alterada, para solucionar acione a opcao
atualiza, em seguida retorne para o menu e pressione Alt-I.

P. Apos a atualizacao do disquete do sistema, quando vou acessar o sistema e
apresentado a seguinte mensagem: "Arquivo de autorizacao nao encontrado".

R. Voce atualizou o sistema a partir de um disquete so para atualizacao, nao o
definitivo. O 1 disquete enviado para voce deve conter um arquivo com a extensao
.CNF, o qual deve estar presente no mesmo diretorio que o arquivo executavel do
sistema .EXE.

P. No momento que vou imprimir relatorio, aparece no mesmo caracteres estranhos e
que nada tem haver com os dados. 

R. Certamente o problema e de configuracao de impressora, pressione Alt-P para
solucionar o modelo da sua impressora. Consulte o capitulo 5.2.

P. Quando aciono o sistema o mesmo trava o teclado e o micro.

R. Certifique-se que nao ha programas residentes na memoria, e que o config e
autoexec apresentam as configuracoes apresentadas conforme capitulos 3.3 e 3.4.

P. Adquiri um modelo de impressora que nao esta presente no menu de impressoras
do sistema, o que devo fazer?

R. Primeiramente teste impressoras de modelo diferente mas da mesma marca. Envie
o manual da impressora para a TRON, juntamente com carta explicando o fato, o
Depto. Tecnico ira tomar as devidas providencias.

P. Possuo impressora de 80 colunas mas todos relatorios insistem em sair em 132
colunas.

R. Acione o menu de impressoras e selecione opcao para 80 colunas, consulte deste
manual, conforme capitulo 5.2.

P. Trabalho com o sistema na rede, e quando acesso uma opcao o mesmo
apresentou a seguinte mensagem: "Arquivo esta com sua estrutura desatualizada,
mas ja esta sendo atualizada por outro usuario, tenta acessa-lo novamente"?

R. Sim, aguarde porque o sistema esta atualizando arquivo.

P. O que e a mensagem "arquivo de ambiente esgotado"?

R. Significa que o espaco reservado para as variaveis ambientais ja foi totalmente
utilizado. Voce deve adicionar a seguinte linha no config.sys: 
shell=c:\dos\command.com /p /e:2024

P. Quando vou ligar o micro e apresentado a seguinte mensagem: "Inexistente
interpretador de comandos".

R. Devido a operacao inadvertida foi deletado (apagado) o arquivo command.com,
reinicialize o micro com disco de boot no drive A: , em seguida copie o arquivo
command.com para o diretorio principal do drive C:7.11.  O que fazer quando o micro ou algum periferico nao funciona 

Praticamente, todo o aprendizado do usuario concentra-se no software - o que e
correto. Isso, no entanto, traz um problema: quando o hardware deixa de funcionar, a
maioria dos usuarios entra em pnico e fica sem saber o que fazer. Para ajudar
essas pessoas, aqui vao alguns conselhos.

O micro nao liga

Os leds nao acendem, o video nao funciona e nenhum ruido vem do gabinete.

O que fazer?

01. Observe se o cabo de forca esta corretamente conectado ao micro e a tomada.

02. Veja se a posicao da chave de tensao do micro esta correta, para 110 ou 220
volts.

03. Confirme se a tomada realmente esta fornecendo energia eletrica.
Para isso basta ligar nessa tomada um radio ou qualquer outro aparelho.

04. Se existir um filtro de linha ou estabilizador, verifique se esta ligado e com o
fusivel intacto.

Verifique tambem se a chave de tensao do estabilizador esta corretamente
posicionada.

Se a ventoinha funciona, mas nenhum led ou o display acende pode ser um problema
na fonte ou no interruptor. Nesse caso, aconselha-se chamar um tecnico.

Se, ao contrario, a ventoinha funciona, os leds e o display acendem, mas o monitor
nao aparece nada, faca os seguintes testes:

01. Observe se o interruptor do monitor esta ligado.

02. Verifique se o cabo de forca do monitor esta conectado a tomada e proceda da
mesma maneira indicada acima para verificar a tomada.

03. Se o cabo de forca do monitor for ligado a CPU, confirme se a conexao esta bem
feita. Tente liga-lo a uma tomada normal para ver se o problema nao esta na tomada
de saida da CPU.

04. Verifique se o cabo de dados esta firmemente conectado a placa de video na
CPU.

05. Cheque os controles de brilho e contraste do monitor.

Se o micro liga mas emite uma serie de bips, proceda como a seguir:

Em alguns modelos de micros, o BIOS emite certo numero de bips quando encontra
algum problema ja previsto em sua rotina de tratamento de erros. Procure observar
quantos bips ele emite e verifique no manual do PC a que problema esse numero se
refere.
Alguns desses erros sao de configuracao errada, facilmente solucionaveis. Outros, no
entanto, exigem a troca de pecas ou reparo especifico.

O micro liga e aponta erros

Se a maquina emite a mensagem "Disco sem sistema ou defeituoso":

01. Observe se nao ha um disquete no drive A. Se houver, retire-o.

02. Verifique no setup do micro a sequencia de inicializacao, ou seja, em qual drive o
micro ira procurar o sistema operacional. Deixe-o para o modo automatico, se
disponivel, ou na sequencia C:;A:

03. Observe, tambem no setup, se a configuracao do disco rigido esta correta. Caso
nao saiba mexer no setup, peca a ajuda de alguem mais experiente.

Se, mesmo assim, o micro nao funcionar, tente dar partida atraves de um disquete de
boot (ou disquete de sistema). Apos conseguir inicializar atraves de um disquete,
passe para o drive C. O funcionamento correto pode indicar que os arquivos de
inicializacao do disco rigido estao danificados. Nesse caso, refaca a instalacao do
DOS ou transfira os arquivos do sistema para o disco rigido atraves do disquete.
Digite:  

sys a: c:

Agora, tente inicializar a maquina sem o disquete. Se, ao tentar passar para o drive
C, o micro emitir alguma mensagem de erro, pode ser que o disco esteja danificado
logica ou fisicamente. Importante: tenha sempre a mao um disco de sistema, para
utilizar nessas horas incertas. 

Preparar um disco desses e muito simples. Basta colocar um disco recem-formatado
no drive A e, a partir do aviso do DOS, digitar:

sys a:

Copie tambem para o disquete o arquivo Sys.com, do DOS.

A impressora nao funciona

Nesse caso:

01. Verifique se o interruptor esta ligado e se o cabo de forca esta conectado a
tomada.

02. Veja se o cabo de dados esta ligado firmemente a impressora e a saida do micro.

03. Certifique-se de que a impressora nao esta sem papel ou se este esta colocado
corretamente.

04. Observe se a fita esta na posicao adequada ou se o cartucho de tinta esta bem
instalado.

05. Verifique se o led on-line esta ligado, caso contrario acione-o. 

7.12. Saiba o que fazer quando seu micro comeca a lhe parecer muito lento

Depois de algum tempo de uso, voce a notar que seu micro esta se tornando
extremamente lento. Se voce trabalha com o ambiente Windows e, apos dar um
comando, assiste ao desenho da nova tela que se abre, sem duvida sua maquina
esta funcionando abaixo da velocidade aceitavel. Resta saber o motivo que a leva a
se comportar assim. Aqui vao algumas dicas que podem ajuda-lo a identificar o
problema e a encontrar a solucao.

Configuracao - Em muitos casos, o computador pode tornar-se lento por causa de
uma configuracao inadequada. Entao, a solucao resume-se a fazer alguns ajustes.
Em primeiro lugar, e preciso checar os arquivos config.sys e autoexec.bat. Neles
estao definidos os criterios que determinam o comportamento do micro. Como se
trata de um sistema de configuracao originario do DOS, a maior parte dos comandos
presentes nesses dois arquivos parece totalmente obscura para usuarios novatos. Por
isso, se voce nao se sente seguro para analisa-los e chegar a uma conclusao, o
melhor e pedir a ajuda de alguem com mais experiencia. Tenha em mente que as
vezes e necessario trabalhar com multiplas configuracoes. Isso se impoe, por
exemplo, para quem usa Windows e deseja jogos graficos no DOS.

Muitos desses games exigem a quase totalidade da memoria convencional - aquela
situada abaixo de 640 Kb. Para oferecer isso, voce precisa manter num diretorio
versoes especificas dos dois arquivos. Antes de jogar, essas versoes devem ser
copiadas para o diretorio-raiz (C:\), no qual ficam o autoexec.bat e o config.sys.
Terminado o jogo, as copias de reserva da outra configuracao devem voltar ao seu
lugar. Quem utiliza o DOS 6.0 pode beneficiar-se da possibilidade de escolher a
configuracao desejada no momento de inicializacao do sistema.

Virus desacelerador - Outro motivo que pode provocar lentidao em sua maquina e a
presenca de um virus. Para certificar-se de que o micro esta ou nao sob a influencia
de um programa intruso, use um programa de deteccao e eliminacao de virus,
tomando o cuidado de ler antes - e seguir - todas as orientacoes do fabricante, a fim
de nao contaminar tambem os disquetes do antivirus. Mesmo que o diagnostico seja
negativo, e uma boa hora para pensar em adotar uma vacina. Os programas de acao
preventiva funcionam como caes de guarda e acionam o alto-falante do micro quando
identificam no sistema algum sintoma da presenca de invasores.

Pouca memoria - A quantidade insuficiente de memoria e um dos fatores que podem
deixar o micro com respostas lerdas, especialmente quando se trabalha no ambiente
Windows. Um 486 com 2 Mb de memoria e mais lento que um 386 com 4 Mb. Diante
do nivel de complexidade ja alcancado pelos programas de uso comum como
planilhas e processadores de texto, o estoque minimo de memoria para rodar
aplicativos graficos com boa performance e hoje 8 Mb. Com menos que isso voce vai
precisar de boas doses de paciencia para esperar as telas se desenharem no video.
Ou entao vai-se encontrar na situacao desagradavel de dar dois ou mais comandos
no lugar de um, simplesmente porque a maquina nao se mostra agil o suficiente para
obedecer a primeira ordem. Se voce tem um micro com 4 Mb e aumenta essa
memoria para 8 Mb, vai perceber um significativo ganho de desempenho.

CPU esgotada - A memoria, porem, nao resolve tudo. Ha casos em que o problema
esta na propria CPU - o centro de processamento do computador. Se, por exemplo,
voce tem um 386SX de 20 ou 25 Mhz e deseja trabalhar com programas que exigem
muito do hardware como os de desenho e editoracao eletrnica, desista. Mude para
uma CPU mais robusta - de preferencia, um 486 - ou estara condenado a assistir a
interminaveis sessoes com a pequena ampulheta do Windows dominando a tela. A
solucao nao precisa necessariamente ser a compra de uma maquina nova. Mediante
a troca da placa-mae, um 386 SX pode transformar-se num 486, aproveitando todos
ou a maior parte dos perifericos.APENDICE

                                                                          
Erros do DOS
Erros da rede
Hot Keys / Teclas de Navegacao
Tabela de cores
Tipos de arquivos
Variaveis de configuracao
                                                                           Apendice 1. Erros do DOS
                                                                          
                                                                          
                                                                          
Codigo / Descricao d o Erro
                                                                       
1 Numero de funcao invalido             36 Estouro do buffer de compart.
2 Arquivo nao encontrado                37-49 Reservado
3 Path nao encontrado                   50 Pedido nao suportado pela rede
4 Muitos arquivos abertos                    51 Computador remoto nao recebe
5 Acesso negado                         52 Nome em duplicidade na rede
6 Handle invalido                       53 Nome de rede nao encontrado
7 Blocos de controle de memoria destruidos   54 Rede ocupada
8 Memoria insuficiente                  55 Dispositivo de rede nao mais existe
9 Endereco invalido de bloco de memoria 56 Excedido limite de comandos do
                                   BIOS de rede
10 Ambiente invalido                    57 Erro de hardware no adaptador da
                                   rede
11 Formato invalido                58 Rede respondeu de forma incorreta
12 Codigo de acesso invalido            59 Erro inesperado na rede
13 Dados invalidos                      60 Adaptador remoto incompativel
14 Reservado                       61 Fila de impressao lotada
15 Especificado drive invalido               62 Espaco insuficiente para fila de
                                   impressao
16 Tentativa de remover diretorio corrente   63 Fila de impressao eliminada
17 Dispositivo diferente                64 Eliminado nome de rede
18 Esgotaram-se os arquivos             65 Acesso negado
19 Disco protegido contra gravacao      66 Tipo incorreto de dispositivo de rede
20 Unidade desconhecida                 67 Nome de rede nao encontrado
21 Drive nao pronto                68 Excedido limite de nome de rede
22 Comando desconhecido            69 Excedido limite de secoes do BIOS
                                   de rede
23 Erro CRC                        70 Interrupcao temporaria
24 Tamanho inadequado de estrutura      71 Pedido de rede nao aceito
25 Erro de seek                         72 Pausa no redirecionamento de disco
26 Meio desconhecido                    73-79 Reservado
27 Setor nao encontrado                 80 Arquivo ja existe
28 Falta de Papel na impressora         81 Reservado
29 Erro de gravacao                82 Impossivel criar entrada no diretorio
30 Erro de leitura                      83 Falha em INT 24H
31 Falha geral                     84 Excesso de redirecionamento
32 Violado compartilhamento             85 Duplicidade de redirecionamentos
33 Violado travamento                   86 Senha invalida
34 Mudanca invalida de disco            87 Parmetro invalido
35 FCB nao disponivel                   88 Falha em dispositivo da rede
                                                                          
Apendice 2. Erros da Rede
                                                                          
                                                                          
Codigo         Descricao do Erro
                                                                          
128            Arquivo esta em uso.
129            Excesso de Arquivos Abertos
130            Sem Previlegios de Abertura
131            Erro de I/O na rede
132            Sem Privilegio de Criacao
133            Sem Privilegio de Criacao ou Delecao
136            Ponteiro de Arquivo Invalido
137            Sem Privilegio de Pesquisa
138            Sem Privilegio de Delecao
140            Sem Privilegio de Alteracao
147            Sem Privilegio de Leitura
148            Sem Privilegio de Gravacao ou Arquivo so para Leitura
150            Servidor sem Memoria 
151            Sem Espaco em Disco para Arquivo de Spool
152            Volume nao existe
153            Diretorio Lotado
154            Tentando Renomear entre Volumes Diferentes
156            Sem Direitos
158            Nome de Arquivo
161            Erro de I/O em Diretorio
198            Sem Console (Teclado) Operante
208            Erro na Fila
209            Sem Fila
210            Sem Servidor de Fila
211            Sem Direito de Fila
212            Fila Cheia
213            Sem Trabalho de Fila
214            Sem Direito de Fila
234            Sem Tal Membro
339            Nome Invalido
240            Coringa nao Pemitido
241            Seguranca de "Bindery" invalida
242            Sem Privilegio de Leitura de Objeto
248            Ja Conectado ao Servidor
251            Parmetros Invalidos
252            Servidor de Arquivo Desconhecido. Sem Tal Objeto.
253            Numero de Estacao Invalido
254            "Bindery" Travada
                  Diretorio Travado
                  Erro no Diretorio de Spool
                  Falha de TimeOut
255            Erro de Impressora Invalida
                  Erro de Extensao de Arquivo
                  Erro de Nome de Arquivo
                  Falha no Equipamento
                  Numero de Drive Invalido
                  Erro de Nenhum Arquivo Encontrado
                  Sem Resposta do Servidor
                  Caminho nao Localizado
                  Erro de Fila Lotada
                  Erro de "Bindery"
                                                                           Apendice 3. Hot Keys / Teclas Quentes
                                                                          
TECLA     ACAO   

F3        Saida do sistema
Alt-F3    Saida temporaria para o DOS
F4        Redefinicao da porta de impressao
Alt-F4    Visualizacao de arquivo de impressao
F5        Impressao em 2 plano
F6        Cancelamento da fila de impressao
F1        Help de programa
Alt-F1    Help de campo
Shift-F1  Help de contexto
Alt-A          Edicao de textos
Alt-K          Cadastrar / alterar senha
Alt-P          Menu de selecao de impressora
Alt-I          Apaga os indices dos bancos de dados
Alt-S          Opcao para alteracao do arquivo de configuracao inicial
Atl-E          Selecionar empresa
                                                                           Apendice 4. Tabela de Cores
                                                                          
                                                                          
Cor            Letra          Numero         Monocromatico
                                                                          
Preto               N, Espaco 0              Preto
Azul           B         1              Sublinhado
Verde               G         2              Branco
Ciano               BG        3              Branco
Vermelho       R         4              Branco
Magenta        RB        5              Branco
Marrom         GR        6              Branco
Branco         W         7              Branco
Cinza               N+        8              Preto
Azul Brilhante B+        9              Sublinhado Brilhante
Verde Brilhante     G+        10             Branco Brilhante
Ciano Brilhante     BG+       11             Branco Brilhante
Vermelho Brilhante  R+        12             Branco Brilhante
Magenta Brilhante   RB+       13             Branco Brilhante
Amarelo        GR+       14             Branco Brilhante
Branco Brilhante    W+        15             Branco Brilhante
Preto               U                        Sublinhado
Video Inverso  I                        Video Inverso
Incolor        X                        Incolor
                                                                           Apendice 5. Tipos de Arquivos
                                                                         
                                                                          
BAT       Arquivos de lote de comandos, usados para dar inicio aos sistemas. De
sempre preferencia por acessar os sistemas atraves desses arquivos.
                                                                          
BLT       Arquivos com informacoes para impressao de recibos e boletos de cobranca
bancaria.
                                                                          
CNF       Arquivo de autorizacao de uso. Nele esta contido as informacoes referentes
a empresa que possui a licenca de uso dos sistemas da TRON. Sem esse arquivo, os
sistemas passam a ser copias de demonstracao com limites de registros em bancos
de dados pre-definidos.
                                                                          
COM       Arquivos executaveis para usos diversos no sistema. O mais comum e o
files.com, usado para acabar com a necessidade de mudancas no arquivo de
configuracao config.sys.
                                                                          
DBF       Arquivos de banco de dados no padrao xBase, usado pelos sistemas da
TRON.
                                                                          
DBT       Arquivo de dados no formato de texto complementar a um arquivo de banco
de dados .DBF.
                                                                          
DRV       Arquivo que contem informacoes sobre um determinado tipo de impressora,
tambem conhecido como dispositivo de impressao.
                                                                          
ERR       Arquivo que registra em disco, uma copia da falha interna ocorrida no
sistema. Esse arquivo e composto na hora exata em que ocorreu o erro, mais a
extensao .ERR. Sua funcao e a de possibilitar a impressao do relatorio de suporte de
uma falha interna, mesmo depois que a falha ocorreu e o relatorio nao foi impresso.
                                                                          
EXE        Arquivo executavel do sistema.
                                                                          
INI       Arquivo de configuracao do sistema. E acessado sempre no inicio da
execucao de um sistema, e possui o mesmo codigo de 2 letras que identifica o
sistema.
                                                                          
LST       Arquivo que contem a relacao das impressoras suportadas pelo sistema.
                                                                          
MEM       Arquivo de parmetros do sistema, nem todo o sistema possui esse
arquivo, bem como existe sistemas com mais de 1 arquivo nesse formato.
                                                                          
NTX       Arquivo de indice, relacionado diretamente a um banco de dados. E usado
para agilizar um processo de organizacao e pesquisa. Pode e deve ser apagado
periodicamente, sendo automaticamente reconstituido pelo sistema.
                                                                          
PCX       Arquivo de telas graficas.
                                                                          
PRN       Arquivos de impressao, criados a partir do uso do redirecionamento de
impressao.
                                                                          
SCM       Arquivos de telas do sistema, criados pelo utilitario ScreenMaker.
                                                                          
SLB       Arquivo de telas usado em sistemas mais antigos, substituidos pelo formato
dos arquivos .SCM.
                                                                          
SMF       Arquivo de semaforo que impede que dois ou mais terminais atualizem uma
mesma estrutura de banco de dados ao mesmo tempo.
                                                                          
TAB       Arquivos de tabelas internas do sistema, usados para o gerenciamento do
contexto browse.
                                                                          
UPD       Arquivo copia do banco de dados, durante a atualizacao de uma estrutura.
                                                                          
SEM EXTENSAO   Sao arquivos atualizados internamente pelo Clipper para fazer
uma alocacao dinmica de memoria, ou seja, um intercmbio entre memoria RAM e
fisica, para evitar falta de memoria durante a execucao dos sistemas da TRON. Caso
uma aplicacao seja interrompida durante seu curso normal, por uma queda de energia
ou por um travamento no equipamento, esse arquivo nao mais sera apagado
automaticamente, devendo ser excluido manualmente. Aconselhamos tambem a
execucao do seguinte comando: CHKDSK /f (capitulo 2.2.7).
                                                                          
                                                                           Apendice 6. Variaveis de Configuracao
                                                                          
Impressao
                                                                          
1. Spool - Atraves dessa variavel voce controla o padrao de envio dos dados a serem
impressos. Como default, sera assumido "lpt1". Caso voce queira por exemplo, fixar a
2 saida paralela como sua saida principal, basta voce adicionar a seguinte linha no
arquivo de configuracao .INI (usando Alt-S):
                                                                          
spool = lpt2
                                                                          
Tambem e possivel a especificacao de um arquivo de impressao como caminho de
impressao inicial:
                                                                          
Spool = lista
                                                                          
 2. Stop - Variavel que permite ao usuario definir uma pagina, que antes de ser
impressa, seja feita uma parada pelo sistema, para permitir que o usuario mude o
destino da impressao.
                                                                          
Isso e bastante util quando o usuario deseja reaproveitar parte de um relatorio que foi
interrompido, seja por falta de energia eletrica, travamento do sistema ou
simplesmente opcao do usuario interromper no final do expediente, para poder
retornar a impressao do ponto em que parou no inicio do expediente no dia seguinte,
por exemplo:
                                                                          
 Para que a retomada da impressao seja possivel, execute os seguintes passos,
tomando como exemplo um relatorio interrompido na pagina 87.
                                                                          
1 passo - adicione a variavel "stop" no arquivo de configuracao do sistema, usando o
Alt-S:
                                                                          
Stop = 87
                                                                          
2 passo - apos entrar novamente no sistema, redirecione a impressao para um
arquivo sem utilidade, por exemplo, "lixo" (usando F4).
                                                                          
3 passo - Solicite o relatorio desejado. O sistema ira emitir esse relatorio a partir da
pagina 1, so que nao ira envia-lo diretamente para impressora, e sim para um arquivo
sem utilidade ("lixo").
                                                                          
4 passo - Quando o sistema atingir a pagina informada na variavel "stop", ele ira
suspender a emissao do relatorio e dara, por exemplo, a seguinte mensagem:
"Impressao atingiu a pagina 87. Deseja continuar?". Nesse momento voce deve
novamente redirecionar a impressao, so que agora, para o destino certo da
impressao, por exemplo "lpt1". O arquivo gerado anteriormente como "lixo" ira
permanecer no seu disco, ocupando um espaco desnecessario. Para liberar esse
espaco, basta voce redirecionar a impressao para esse mesmo arquivo "lixo" e
solicitar a sua sobre-impressao.
                                                                          
5 passo - Apos redirecionar, o sistema volta novamente com a mesma pergunta.
Agora basta voce responder que deseja continuar a impressao do relatorio.
                                                                          
3. Floor - Usada para definir a ultima linha util de uma pagina a ser impressa. Como
default o sistema assume 62.
                                                                          
Ex.: Floor = 58
                                                                          
4. DifEtiq - Dependendo do modelo de impressora, ha uma diferenca minima de
colunas, entre a impressao de uma carreira de etiquetas para outras, especialmente
no caso das impressoras Epson e compativeis. Para resolver esse problema, adicione
a seguinte linha no arquivo de configuracao (Alt-S):
                                                                          
DifEtiq = 2 (n de colunas que causa a diferenca)
                                                                          
5. Grafico - Usado para melhorar a apresentacao de alguns relatorios, especialmente
os que usam alguma forma de moldura. Observe que essa melhoria na apresentacao
prejudicara o tempo de impressao. Se mesmo assim voce desejar ter essa melhoria
na qualidade, adicione a seguinte linha no arquivo de configuracao (Alt-S):
                                                                          
Grafico = on
                                                                          

Arquivo
                                                                          
1. Fileini - Essa variavel e usada como um recurso alternativo que permite que outro
arquivo de inicializacao seja usado pelo sistema, abrindo margem assim para que
mais de uma configuracao possa ser utilizada. O principal uso desse recurso esta
diretamente ligado a criacao de opcoes alternativa para usuarios ou terminais
diferentes em uma rede local.
                                                                          
2. Slb ou Scm - Diretorio onde se encontram os arquivos de telas, com a extensao
.SCM. Isso permite que o usuario possa usar, por exemplo, um drive virtual para
melhorar a performance. Lembre-se de colocar uma "\" no final.
                                                                          
Ex.:  SLB = D:\
      SCM = D:\telas\
                                                                          
3. Prn - Diretorio onde esta instalado os drive de impressao, com a extensao .PRN.
Isso permite que o usuario possa usar, por exemplo, um drive virtual para melhorar a
performance. Lembre-se de colocar uma "\" no final.
                                                                          
Ex.:  PRN = D:\drives\

4. Tab - Diretorio onde esta instalado as tabelas do arquivos do sistema, com a
extensao .TAB. Isso permite que o usuario possa usar, por exemplo, um drive virtual
para melhorar a performance. Lembre-se de colocar uma "\" no final.

Ex.:  TAB = D:\tabelas\

5. Zap - Variavel que, quando "ligada", permite que os registros dos arquivos de
dados de uma determinada tabela posam ser excluidos de uma so vez. Essa opcao
nao esta presente na configuracao padrao para evitar problemas com usuarios mal
informados. Caso voce queira contar com essa opcao, basta adicionar a seguinte
linha no arquivo de configuracao do sistema, usando Alt-S:

Zap = on

6. Fast - Internamente, quando uma informacao vai ser gravada, o sistema faz uma
busca por registros inutilizados para que possam ser reaproveitados. Se nao for
encontrado nenhum registro inutilizado, um novo registro sera criado. Com esse
processo de busca, a operacao tende a ser executada em menor velocidade.
Utilizando a variavel "fast" voce pode melhorar a performance do sistema, evitando
assim que registros inutilizados sejam reaproveitados. Para utilizar esse recurso,
adicione a seguinte linha no arquivo de inicializacao do sistema (Alt-S):

Fast = on

7. Net - Todos os sistemas, por padrao, ja saem da TRON configurados para
ambiente monousuario, o que da uma melhor performance ao sistema.

8. Notest - Com essa opcao, voce pode dispensara critica que o sistema realiza ao
abrir um arquivo de banco de dados para verificar se sua estrutura esta compativel
com a estrutura basica contida no executavel do sistema. Para dispensar essa critica,
adicione a seguinte linha no arquivo de inicializacao do sistema (Alt-S):

Notest = on

Com isso, voce pode acionar esses mesmos arquivos de dados atraves de sistemas
de terceiros, acrescentando novos campo, sem prejuizo para os sistemas
desenvolvidos pela TRON.

Cuidado: Alterar a estrutura de um arquivo pode ser fatal. Esteja certo de seus atos,
ou entre em contato com o departamento de suportes para que informacoes mais
precisas lhe sejam passadas.

9. Backup - Use essa opcao para adicionar ao sistema uma solicitacao para             

 execucao de backup (copias de seguranca). Para maiores informacoes, consulte o
capitulo sobre copias de seguranca no manual de operacao.

Para tanto, basta adicionar a seguinte linha no arquivo de configuracao inicial (Alt-S):

Backup = on

Mas somente uma solicitacao para execucao de copia nao basta.
Quando voce responder "sim" a essa solicitacao de backup, antes de sair para o
DOS, o sistema estabelece o valor 2 ao elemento errorlevel do DOS, que deve ser
devidamente tratado pelo batch (arquivo .BAT) de inicializacao do sistema. A seguir
voce tem 2 exemplos de batch, antes e depois desse tratamento.

                                                                          
1 exemplo (antes):

CD\ ef
ef //                                          f:75 //dynf:8 //swapk:65535
CD\

2 exemplo (depois):

CD\ ef
ef //                                          f:75 //dynf:8 //swapk:65535
if errorlevel 2 backup c:\*.dbf B:/s
cls
CD\
                                                                       
10. Seeksafe - Essa variavel esta diretamente ligada a performance ou seguranca nas
pesquisas aos dados realizadas pelo sistema. Se voce possui um equipamento com
uma boa performance, voce pode sacrificar parte do tempo de execucao em prol de
mais seguranca, conquistada com um teste que permite verificar com certeza se o
elemento pesquisado corresponde ao elemento encontrado. Isso pode evitar
problemas serios com arquivos de indices desatualizados ou danificados. Para tanto,
adicione a seguinte linha no arquivo de inicializacao do sistema (Alt-S):

Seeksafe = on

Diversos

1. History - History e um espaco de memoria reservado para acumular os ultimos
dados digitados, que podem ser recuperados ou reaproveitados utilizando as teclas
Ctrl+Enter, tecladas simultaneamente. O history, por definicao inicial, pode acumular
ate 20 elementos. Voce pode ampliar ou reduzir essa quantidade adicionando a
variavel history no arquivo de configuracao inicial, seguido do numero desejado.

Exemplos:

History = 100 (acrescimo)
History = 5 (reducao)
History = 0 (dispensa o uso do history, melhorando a performance durante a
digitacao)

Para quem possui equipamentos com problemas de baixa performance e/ou             
falta de memoria, recomendamos o 3 exemplo, para melhor configurar o sistema.

2. Beep - Variavel utilizada para desligar o sinal sonoro emitido pelo sistema com a
funcao de alertar o usuario para uma resposta importante. Para tanto adicione a
seguinte linha no arquivo de inicializacao (Alt-S):

Beep = off

Moedas

Introducao - Todos os sistemas que possuem em alguma de suas opcoes a
necessidade de demonstracao de um valor por extenso, possui uma combinacao de
variaveis ambientais que permite o usuario especifique as caracteristicas da moeda a
ser usada nessa demonstracao do valor por extenso. Sao elas:

1. Pcents - Texto no plural da parte fracionaria do valor.
Pcents = cen-ta-vos

2. Scents - Texto no singular da parte fracinaria do valor.
Scents = cen-ta-vo

3. Cifra - Texto determinado a sifra da moeda.
Cifra = R$

4. Pmoeda - Texto no plural com o nome da moeda.
Pmoeda = Re--ais

5. Smoeda - Texto no singular com o nome da moeda.
Smoeda = Re--al

Obs.: Onde estiver "-" voce deve substituir por espaco. Essa e uma forma         
usada para determinar que cada silaba da palavra esta em um bloco de 4 posicoes,
permitindo assim que o sistema possa executar divisoes silabicas no momento de
demonstrar o valor por extenso.

Cores                                   

Os sistemas da TRON possuem um conjunto de variaveis de configuracao destinados
a permitir ao usuario a mudanca das cores. Essas cores devem ser configuradas de
acordo com o padrao de programacao de cores usadas pelo Clipper. Para tanto
consulte a tabela de cores (apendice 4), e estabeleca as cores como a seguir,
utilizando as cores branco (w) e preto(n):

Cor = w/n,n/w,,,w/n
                                                                          
w/n = cor de texto
n/w = cor da barra do menu de entrada de dados
w/n = cor alternativa

onde:                                   
                                
w = cor do caracter
n = cor do fundo

As variaveis que fazem parte desse conjunto de configuracao de cores
sao as seguintes (configuradas via arquivo de configuracao (Alt-S):

Pcolor1 - cor da borda da tela inicial (menus)
Pcolor2 - cor de centro da tela inicial (menus)
Pcolor3 - cor do menu de opcoes
Tcolor1 - cor da borda da tela de edicao de dados
Tcolor2 - cor de centro da tela de edicao de dados
Tcolor3 - cor do menu de ferramentas / extras
Alert1 - cor da borda dos quadros de alerta
Alert2 - cor do centro dos quadros de alerta
Alert3 - cor dos botoes de opcao nos quadros de alerta
Alert4 - cor da letra em destaque nos botoes de opcao nos quadros de alerta
Dbchoice1 - cor do quadro de edicao de dados acessados pelo Ctrl-P
Dbchoice2 - cor do quadro de pesquisa acessado pelo 2 Ctrl-P no quadro de edicao
de dados acessados pelo Ctrl-P